segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Indígenas da Aldeia Quatro Cachoeiras assistem filmes do Vídeo Índio Brasil 2010

Apresentação da mostra nacional Vídeo Índio Brasil na Aldeia Quatro Cachoeiras

A mostra nacional de filmes Vídeo Índio Brasil foi apresentada na Aldeia Quatro Cachoeiras, uma das 47 aldeias da Terra Indígena Utiariti, que abrange os municípios de Campo Novo do Parecis, Sapezal e Tangará da Serra.

A Aldeia Quatro Cachoeiras fica a 33km de Campo Novo do Parecis, é chefiada pelo Cacique Narcizo Kazaizaze e tem cerca de 40 indígenas divididos em 04 famílias, todos parentes.

Cacique Narcizo Kazaizaze, um baluarte da cultura Paresí-Haliti

Na tarde de sábado, dia 07 de agosto, a equipe do Ninho do Sol e do Instituto Parecis Cultural esteve na aldeia passando dois filmes da mostra e os documentários "Mãe Branca" e "I Jogos Interculturais Indígenas de Mato Grosso", contribuição de nosso município ao VIB 2010.

Outros indígenas das aldeias Seringal e Cabeceira do Osso foram convidados pelo Cacique para estarem presentes na aldeia participando da mostra de filmes, que foram apresentados na háti (casa comunal) do Cacique Narcizo.


Após os filmes, foi promovida uma discussão interessante sobre os temas abordados nos filmes e como aspectos da cultura Haliti e do imóti (não-índio) devem ser questionados pelos dois lados, em busca da preservação e divulgação dos valores culturais das comunidades indígenas.

domingo, 8 de agosto de 2010

Oficina de Artesanato Indígena durante o VIB 2010

Oficina de artesanato utilizando o tear vertical dos Paresí-Haliti

Durante a semana de 31 de julho a 07 de agosto, o Ponto de Cultura Ninho do Sol, parceiro do Instituto Parecis Cultural no Vídeo Índio Brasil em Campo Novo do Parecis, promoveu a "Oficina de Artesanato Indígena Paresí-Haliti", com a Cacique Dejanira Quezo, da Aldeia Chapada Azul.

A oficina aconteceu no ponto de cultura durante os dias do evento, onde a Cacique confeccionou diversos artesanatos indígenas com o uso do tear vertical, um tipo de tear artesanal milenar entre os Paresí-Haliti: cocar, tiaras, xiriba (saia usada pelas índias) e a zamata (suporte para carregar bebês).

Tiaras com penas de arara, um dos artesanatos confeccionados na oficina

A Cacique explicou todo o processo artesanal de fiação do algodão, usado antigamente e substituido hoje pelo fio manufaturado. Também como eram tingidos os fios de algodão utilizando-se cascas de árvores, folhas, flores, carvão e outros materiais.

Durante a oficina a Cacique Dejanira explicou sobre a forma de confecção de inúmeros outros artesanatos, e como os indígenas de sua etnia dividem o trabalho, onde alguns são confeccionados apenas pelos homens (objetos de cestaria, arco e flecha) e outros apenas pelas mulheres (colares, tiaras, xiriba, zamata, brincos, e outros).

Demonstração dos diversos artesanatos confeccionados pelo indígenas Paresí-Haliti

Uma entrevista foi realizada com a Cacique Dejanira Quezo e o registro de fotos e vídeo foi feito pela equipe do Ninho do Sol durante a oficina, como parte das ações de preservação e divulgação dos saberes e da memória indígena de nossa região.

sábado, 7 de agosto de 2010

VIB - Vídeo Índio Brasil 2010


Apesar da sociedade camponovense não ter dado a importância devida ao evento Vídeo Índio Brasil, conforme matéria publicada na Parecis.net, esse jovem casal compareceu a todas as exibições do VIB 2010 no plenário do Fórum.

Merecem nossos aplausos!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Biblioteca Ninho do Sol é contemplada com kit de jogos pedagógicos da Fundação André Maggi

Imagem interna da Biblioteca Ninho do Sol

A Biblioteca Comunitária do Ponto de Cultura Ninho do Sol, projeto do Teatro Ogan e do IPC - Instituto Parecis Cultural, foi contemplada com um kit de jogos pedagógicos da Fundação André Maggi.

O kit de jogos pedagógicos é parte das ações da 13ª etapa do PAIS (Programa de Apoio à Instituições Sociais) da Fundação André Maggi, que tem atuação em varios estados brasileiros, e é direcionada a aprendizes de 07 a 15 anos.

O kit contem jogos que estimulam o aprendizado, a concentração, juntamente com um livro para que o Ponto de Cultura Ninho do Sol possa produzir os próprios brinquedos através de materiais recicláveis.

Este kit em muito contribuirá para o desenvolvimento do cronograma semanal de atividades da Biblioteca Ninho do Sol, que contará também com atividades de: Hora do Conto, Jogos de Tabuleiro, Cine Criança e Leitura Divertida.

Segundo o Agente Cultural do Ponto, Fábio Lima "esse kit abre um leque de possibilidades. Eu acredito que ele vá facilitar o aprendizado das crianças que frequentam esse espaço infantil, indo de encontro aos objetivos do Ponto de Cultura". E completa: "nós gostaríamos de agradecer à Fundação André Maggi por essa oportunidade oferecida a nossa comunidade".

E finaliza: "A Fundação André Maggi foi muito feliz em acreditar que ações desse tipo auxiliam na sustentabilidade de projetos sociais como o Ponto de Cultura Ninho do Sol".

Saiba mais sobre a Fundação André Maggi

A Fundação André Maggi é uma instituição sem fins lucrativos de utilidade pública federal. O seu objetivo é servir como o elo social do Grupo André Maggi à medida que melhora a qualidade de vida das comunidades onde o Grupo atua, desenvolvendo ações, projetos e programas que contribuam para o desenvolvimento local.

Todas as ações realizadas pela Fundação André Maggi são planejadas por uma equipe técnica e aprovadas pelo Conselho Curador. Em 2007, o Conselho concluiu que só seria possível agir de forma relevante em todas as unidades de atuação por meio de investimento em projetos sociais e do atendimento às demandas de instituições destas localidades. Surgiu então a Seleção Pública de Projetos e o Programa de Apoio a Instituições Sociais (PAIS).

Vídeo Índio Brasil mostra hoje a relação entre índios e tecnologias


Celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet são comuns entre os índios brasileiros

O Vídeo Índio Brasil (VIB) mostrará na noite de hoje, sexta-feira, 06, o documentário “Indígenas Digitais” que retrata como indígenas de várias etnias brasileiras estão utilizando a tecnologia para troca de informação e aprendizado.

No curta-metragem, integrantes de várias nações indígenas, como a Tupinambá (BA), a Pankararu (PE) e Bakairi (MT), relatam como celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet vêm sendo ferramentas importantes na busca das melhorias para as comunidades indígenas e nas relações destas com o mundo globalizado.

O filme aborda a necessidade do povo indígena de se expressar para o mundo e mostra como várias tribos dialogam entre si, conhecendo umas a realidade das outras. Uma espécie de “link” entre a tecnologia e a manutenção das tradições, permitindo a inserção dos índios no mundo globalizado, mas, principalmente, deixando que eles sejam protagonistas de sua própria história.

Além de “Indígenas Digitais”, o VIB exibe hoje o documentário “A gente luta, mas come fruta”, que traz como protagonista o povo Ashaninka do Acre que dá um show de organização social para qualquer grupo social não-indígena.

O VIB ocorre no Plenário do Fórum, as 19h30, até amanhã, sábado, 07. A entrada é gratuita. A realização em Campo Novo do Parecis é do IPC e do Ponto de Cultura Ninho do Sol.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Apresentação de capoeira com aprendizes do Ponto de Cultura Ninho do Sol na Escola Especial Bem-me-Quer - Apae de Campo Novo do Parecis

Hoje será exibido o filme “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, Uma Caminhada”

Fotoreprodução do filme “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, Uma Caminhada”

O Vídeo Índio Brasil (VIB) é uma mostra de filmes e vídeos com temática indígena que, na sua 3ª edição, acontece simultaneamente em 112 cidades brasileiras.

Em Campo Novo do Parecis, o festival começou de 31 de julho e vai até o dia 07 de agosto, no Plenário do Fórum, apresentando todo dia uma programação diferente, composta de longas e curtas-metragens nas categorias documentário, ficção e animação.

Os filmes foram selecionados por uma curadoria composta de produtores culturais, antropólogos, jornalistas, críticos de cinema e indígenas.

Ganhador do prêmio de melhor filme no ForumDoc/ BH, em 2008, “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, Uma Caminhada” vai ser exibido, nesta quarta-feira, 04, às 19h30.

O documentário, produzido na aldeia Guarani-Mbya, acompanha através de três jovens guarani o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje. Sem matas para caçar e sem terras para plantar, atualmente os Mbya-Guarani dependem da venda do seu artesanato para sobreviver.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Ogan e IPC seguem exibição de filmes do Vídeo Índio Brasil

Fotografia das gravações de "Corumbiara", no interior de Rondônia

Exibições gratuitas com estrutura de cinema. Hoje serão exibidos dois filmes no Plenário do FórumComeçou no último sábado, 31, e segue até o próximo dia 07, em Campo Novo do Parecis, o Vídeo Índio Brasil (VIB 2010), que exibe uma série de filmes e documentários sobre índios e feitos por índios de todo o Brasil.

As exibições ocorrem sempre as19h30 no anfiteatro do fórum e a entrada é gratuita. Uma estrutura de cinema foi montada para exibir os curtas e longametragens da mostra que ocorre simultaneamente em 112 cidades brasileiras.

Na noite de abertura, no Plenário da Câmara Municipal, foram exibidos os filmes: “Já me transformei em imagem”, que fala sobre a relação dos indígenas Hunikui, do Acre, com a produção audiovisual e “De volta à terra boa” que retrata a triste história dos índios Panará, de Matupá, Mato Grosso, que foram retirados de suas terras invadidas pelos garimpos nas décadas de 1970, 1980 e 1990.

Ontem, o VIB exibiu o filme “Corumbiara”, premiado em todo o mundo, que trata da ‘redescoberta’ por pesquisadores nas décadas de 1980 e 1990 de dois novos grupos indígenas no sul de Rondônia, os Akuntsu e Kanoê.

No documentário, o diretor Vincent Carelli, denuncia um massacre ocorrido na época que quase culminou com a extinção destas duas e de uma terceira etnia. O documentário chegou a ser rodado no Fantástico e ganhou repercussão em todo o mundo.

Saiba mais!

Hoje:
Na noite de hoje serão exibidos dois filmes, o curta “Kuhi Ikugü - Os Kuikuro se apresentam” e o documentário “Pi’õnhitsi - Mulheres Xavantes sem Nome”.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Programação - Mostra Nacional Vídeo Índio Brasil 2010

Vídeo Índio Brasil 2010 - Campo Novo do Parecis e mais 111 cidades brasileiras

O Instituto Parecis Cultural e o Ponto de Cultura Ninho do Sol promovem no dia 31 de Julho o Lançamento do Vídeo Índio Brasil no Plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Campo Novo do Parecis, à partir das 19h30. Dos dias 01 a 07 de agosto as exibições serão feitas no Plenário do Fórum e salas de vídeo das escolas municipais, estaduais e particulares do município.

PROGRAMAÇÃO PARALELA

Oficina de Artesanato Paresi-Haliti
Palestra: “Modos de Vida Haliti” com Cacique Dejanira da Aldeia Chapada Azul

Local: Câmara Municipal de Vereadores de Campo Novo do Parecis
Endereço: Rua Porto Velho, 365-NE - Centro

* Maiores informações diretamente com a coordenação local
Coordenadora: Silvia Regina Schneiders
Contato: pareciscultural@hotmail.com
Fone: (65) 9613-9548


31 DE JULHO SÁBADO

SOLENIDADE DE ABERTURA

I JOGOS INTERCULTURAIS INDÍGENAS DE MATO GROSSO
Ano: 2007 / Gênero: Documentário / Duração: 38 min. / Produção: Sol Produções / MT - Paresí (Haliti) / Classificação: Livre

JÁ ME TRANSFORMEI EM IMAGEM
Direção: Zezinho Yube / Ano: 2008 / Gênero: Documentário / Duração: 32 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / AC - Hunikui (Kaxinawá) / Classificação: Livre

DE VOLTA À TERRA BOA
Direção: Vincent Carelli / Ano: 2008 / Gênero: Documentário / Duração: 21 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / MT - Panará / Classificação: Livre

1º DE AGOSTO DOMINGO

CORUMBIARA
Direção: Vincent Carelli / Ano: 2009 / Gênero: Documentário / Duração: 117 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / RO - Akuntsu e Kanoê / Classificação: Livre
Prêmios:
- Menção Honrosa no Festival É tudo verdade - 14º Festival Internacional de Documentário;
- Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no IV Festival de Cinema Latino Americano de São Paulo;
- Prêmio de Melhor Documentário no 19º Festival Présence Autochtone - Muestra de Cine y Video Indígena de Montréal;
- Grande Prêmio Cora Coralina no XI FICA - Festiva Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental;
- Prêmio de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Filme do Júri popular, Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema no 37º Festival de Cinema de Gramado;
- Prêmio Manuel Diegues Jr. pela importância do tema; Prêmio Aquisição de Longa-Metragem - da TV Brasil e o Prêmio OCIC (Office Catholique International du Cinéma), na 14ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico);
- Prêmio Anaconda 2010, categoria Documental.


2 DE AGOSTO SEGUNDA-FEIRA

KUHI IKUGÜ, OS KUIKURO SE APRESENTAM
Direção: Coletivo Kuikuro de Cinema / Ano: 2007 / Gênero: Documentário/ Duração: 7 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / MT - Kuikuro / Classificação: Livre

PI’ÕNHITSI, MULHERES XAVANTE SEM NOME
Direção: Divino Tserewahú / Ano: 2009 / Gênero: Documentário/ Duração: 56 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / MT - Xavante / Classificação: Livre
Prêmios:
- Prêmio Especial do Juri, Forumdoc, Belo Horizonte, 2009.


3 DE AGOSTO TERÇA-FEIRA

PAJERAMA
Direção: Leonardo Cadaval / Ano: 2008/ Gênero: Animação/ Duração: 09 min. / Produção: Paulo Boccato e Mayra Lucas / SP / Classificação: Livre
Prêmios:
- Melhor Curta-metragem para a juventude no Festival Internacional de Oberhausen 2008;
- Prêmio de Melhor Curta-metragem (Júri Oficial) no Festival Internacional de Curtas-metragens de Belo Horizonte 2008;
- Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival de Cinema de Cartagena 2009 (Júri Oficial); - Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival de Curtas de Sergipe – Cine SE;
- Prêmio de Melhor Curta-metragem de Animação e Melhor Trilha Sonora Original no Festival Audiovisual do Mercosul – FAM 2008;
- Prêmio de Melhor Curta-metragem de Animação no Festicine Amazônia 2008;
- Selecionado para a Mostra Paralela Jeune Public, do Festival de Curtas-metragens de Clermont-Ferrand;
- Melhor Trilha Sonora Original no Festival Guarnicê de Cinema (MA) 2008;
- Melhor Edição de Som no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá 2008;
- Melhor Trilha Original no Granimado 2008;
- Seleção Oficial do Festival de Cinema de Cartagena das Índias 2009 (Colômbia);
- Seleção Oficial do Festival de Animação Animadrid 2008.

PORAHEY
Direção: Alunos da Oficina do Projeto Ava Marandú / Ano: 2010 / Gênero: Documentário / Duração: 27 min. / Produção: Pontão de Cultura Guaicuru / MS - Guarani / Classificação: Livre

IMBÉ GIKEGÜ - CHEIRO DE PEQUI
Direção: Tarumã e Maricá Kuikuro / Ano: 2006 / Gênero: Documentário / Duração: 36 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / MT - Kuikuro / Classificação: Livre
Prêmios:
- Menção Honrosa da III MoVA Caparaó, Espírito Santo;
- Prêmio Manuel Diégues Júnior, Museo del Folclore, na concepção - realização, 10ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico (RJ);
- Menção Honrosa Média, concedida pela ABDeC na 10ª Mostra Internacional del Filme Etnográfico (RJ);?
- Prêmio Especial do Júri, Festival Internacional de Curtas de Rio de Janeiro CURTA CINEMA, 2006;?
- Melhor Curta-metragem, Festival Présence Autochtone de Terres en Vue, Montréal, Canadá, 2007.


4 DE AGOSTO QUARTA-FEIRA

MOKOI TEKOÁ PETEI JEGUATÁ - DUAS ALDEIAS, UMA CAMINHADA
Direção: Ariel Ortega, Jorge Morinico e Germano Benites / Ano: 2008 / Gênero: Documentário / Duração: 63 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / RS - Guarani-Mbya / Classificação: Livre
Prêmios:
- Melhor filme do ForumDoc, Belo Horizonte, 2008.


5 DE AGOSTO QUINTA-FEIRA

KRÉ
Direção: Francele Cocco / Ano: 2009 / Gênero: Documentário / Duração: 08min. / Produção: Francele Cocco / RS – Kaingang / Classificação: Livre

KENE YUXI, AS VOLTAS DO KENE
Direção: Zezinho Yube / Ano: 2010 / Gênero: Documentário / Duração: 48min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / AC - HuniKui (Kaxinawá) / Classificação: Livre

6 DE AGOSTO SEXTA-FEIRA

INDÍGENAS DIGITAIS
Direção: Sebastian Gerlic / Ano: 2010 / Gênero: Documentário / Duração: 26 min. / Produção: Thydêwá – Índios On-Line / BA - Tupinambá (BA), a Pataxó Hahahãe (BA), Kariri-Xocó (AL), a Pankararu (PE), Potiguara (PB), Makuxi (RR) e Bakairi (MT) / Classificação: Livre

A GENTE LUTA, MAS COME FRUTA
Direção: Valdete Pinhanta e Issac Pinhanta / Ano: 2006 / Gênero: Documentário / Duração: 40 min. / Produção: Vídeo nas Aldeias / AC - Ashaninka / Classificação: Livre
Prêmios:
- Prêmio Panamazônia 2007 de Melhor Produção audiovisual da Action Aid Americas, 2007;
- Melhor Documentário no Cine Gaia, 2008.


7 DE AGOSTO SÁBADO

TERRA VERMELHA
Direção: Marcos Bechis / Ano: 2008 / Gênero: Ficção / Duração: 1h48min. / Produção: Gullane Filmes / MS / Classificação: 14 anos
Elenco: Matheus Nachtergaele, Leonardo Medeiros, Ambrósio Vilhalva, Abrisio da Silva Pedro, Cláudio Santamaría, Alicelia Baptista, Chiara Caselli, Ademilson Concianza Verga, Fabiane Pereira da Silva, Eliane Juca da Silva.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Espetáculo "A Mesa", de Mitso Carrara "não aconteceu"

Espetáculo "A Mesa", de Nova Mutum

"Os Intiquentos Companhia de Teatro e Circo", de Nova Mutum, apresentou na noite de 22 de julho de 2010, no Anfiteatro do Centro Cultural de Tangará da Serra, o espetáculo ´A Mesa´, baseado no livro "O Concretismo Abstrato", de Alexandre Carrara, que também atua e dirige o espetáculo.

Segundo os atores Daiane Avlis e Mitso Carrara, o espetáculo propõe quebrar tabus e paradigmas do mundo moderno, levando ao enfrentamento o comportamento humano diante dos valores da vida. “Deboche, ironia, verdades e mentiras, o caos absoluto da mente. Um mundo de ilusões, de choques entre o que é certo e o que é errado, do que é triste e alegre”, sintetizam os atores, ao falar sobre o espetáculo que busca mostrar que o ser humano deve fazer suas escolhas, seguir sua própria vida, sem se deixar levar pelo concretismo abstrato do mundo dos outros.

O ator Alexandre Mitso Carrara, conhecido no meio artístico pelo seu acurado senso de criticidade direcionado a espetáculos teatrais, apresentou durante os 23 minutos de "A Mesa" uma sucessão de frases elaboradas que não atingiu o público presente.

A proposta de direção, incluindo a marcação de cena, a iluminação, o palco nú, os figurinos e principalmente a interpretação não trouxeram nenhuma novidade, resultando num espetáculo "quadradinho".

A idéia interessante de questionamentos que o espetáculo se propõe apresentar pode ser resumida numa grande interrogação que ficou para o público presente "O que ele quis dizer com isso?". Enfim, o espetáculo "não aconteceu".

Com informações do Diário da Serra.