terça-feira, 29 de julho de 2014
Mitos Indígenas é tema de reportagem da TV Assembleia
Na quarta reportagem da série, a Mitologia Indígena Paresi-Haliti é o tema principal.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Árvore de Natal: história e simbolismo
A tradição de iluminar o Natal ao celebrá-lo ao redor de árvores surgiu entre povos pagãos escandinavos e germânicos, mas é um costume adotado pelos cristãos há vários séculos. Foram primeiros os germânicos e depois os escandinavos que criaram a tradição de celebrar as festas de final de ano colocando uma árvore de folhas duradouras como símbolo da fertilidade e vida eterna e para afastar os demônios durante todo o ano.
Mas nos tempos antigos as árvores também foram associadas a deuses pagãos. Entre os egípcios, o cedro se associava a Osíris. Os gregos ligavam o loureiro a Apolo, o abeto a Átis, a azinheira a Zeus. Os germânicos colocavam presente para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.
Os povos pagãos enfeitavam as árvores de forma muito semelhante as atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos e a primeira árvore de Natal teria sido decorada em Riga, na Letónia, em 1510.
Mas a árvore de Natal tal como a conhecemos hoje, provém de uma tradição medieval da Alemanha cristã, que representava a árvore do paraíso, na qual Adão e Eva comeram desobedecendo a ordem divina. A tradição apresentava a árvore com frutos pendurados, representando o fruto proibido e evoluiu para enfeites.
Com os luteranos alemães a árvore adotou a forma da pirâmide, representando a Santíssima Trindade. E no século 19 a árvore de Natal passou a ser considerada uma tradição. Quando isso aconteceu, o antigo costume já havia chegado aos Estados Unidos, levado por colonos alemães, em época de grandes migrações estimuladas pela vigorosa expansão do capitalismo americano.
A tradição chegou a China no início do século 20, quando missionários cristãos europeus chegaram ao país.
(Com informações Folha.com e Wikipédia)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Pã e Syrinx: surge a flauta de pã
Segundo a mitologia greco-romana, Pã é uma antiquíssima divindade pelágica especial à Arcádia, o guarda dos rebanhos que ele tem por missão fazer multiplicar. Deus dos bosques e dos pastos, protetor dos pastores, veio ao mundo com chifres e pernas de bode. Pã é filho de Mercúrio, o mensageiro dos deuses.

A imagem mais conhecida de Pã é disseminada pelo cristianismo que, na Idade Média, o associou ao Diabo, muito popular ainda nos dias de hoje: o "pé-de-bode", o "chifrudo", o "capeta", "o cabeça-de-bode", o "tinhoso".
Mito de criação da flauta de Pã
Um dia percorria Pã o monte Liceu, segundo o seu hábito, e encontrou a ninfa Syrinx que jamais quisera receber as homenagens das divindades e que só tinha uma paixão: a caça. Aproximou-se dela, e como nos costumes campestres se vai imediatamente ao objetivo, sem nenhum artifício, sem nenhum desvio, disse-lhe: "Cedei, formosa ninfa, aos desejos de um deus que pretende tornar-se vosso esposo." (Ovídio).
Pã e Syrinx: mito que deu origem a flauta de Pã
Queria falar mais; mas Syrinx, pouco sensível àquelas palavras, deitou a correr, e já chegara perto do rio Ladon, seu pai, quando, vendo-a detida, rogou às ninfas, suas irmãs, que a acudissem. Pã, que lhe saíra no encalço, quis abraçá-la, mas em vez de uma ninfa, só abraçou caniços. Suspirou e os caniços agitados emitiram um som doce e queixoso.
O deus, comovido com o que acabava de ouvir, pegou alguns caniços de tamanho desigual e, unindo-os com cera, formou a espécie de instrumentos que se chama syrinx e que constitui a flauta de sete tubos, transformada em atributo de Pã.
A imagem de Pã utilizada pelo cinema: O Labirinto do Fauno


