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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Nelson Sestrem - Cidadão Camponovense
Terceira de uma série de postagens onde se enfatizam os aspectos históricos e sociais de pessoas que, pelo seu relevante serviço prestado ao município de Campo Novo do Parecis, receberam o Título de Cidadão Camponovense.
NELSON SESTREM – Biografia
O Sr. Nelson Sestrem chegou em Campo Novo no ano de 1983, onde começou a trabalhar como dentista prático. Durante muitos anos foi o único profissional a atuar nessa área. Também, foi através de contatos com o Sr. Nelson que se instalou em Campo Novo o primeiro médico, Dr. Jorge Beckert.
O Sr. Nelson teve atuação destacada na pequena comunidade, participando ativamente na implantação de uma escola estadual no então lugarejo, tendo em vista que a escola municipal atendia somente até a 4ª série do ensino fundamental. A Escola Madre Tarcila foi construída com o auxílio da comunidade, que fez eventos para arrecadar fundos, além de doações dos moradores.
Também trabalhou ativamente para a construção da igreja matriz e dos pavilhões comunitários, bem como na implantação do Centro de Tradições Gaúchas “Porteira da Tradição”.
Em 1986 participou do processo de emancipação do Município, percorrendo fazendas para o cadastramento de eleitores, juntamente com os srs. Ari Tomazelli e Nelson Zini.
Apesar de todas as dificuldades que encontrou, o Sr. Nelson Sestrem sempre acreditou em Campo Novo. São palavras suas: “Campo Novo é um dos melhores lugares para se viver. Tenho muito a agradecer e digo: que todos beberam desse cálice da história. A nossa vida é uma missão desde que os governantes colaborem. Devemos trabalhar com amor e idealismo sem ter inveja. Sejamos sempre idealistas”.
Sr. Nelson Sestrem é pioneiro e esteve envolvido em todas as questões relevantes que marcaram o início deste Município, contribuindo para a sua consolidação e desenvolvimento. Conceder-lhe esta honraria é apenas formalizar uma situação de fato.
NELSON SESTREM – Biografia
O Sr. Nelson Sestrem chegou em Campo Novo no ano de 1983, onde começou a trabalhar como dentista prático. Durante muitos anos foi o único profissional a atuar nessa área. Também, foi através de contatos com o Sr. Nelson que se instalou em Campo Novo o primeiro médico, Dr. Jorge Beckert.
O Sr. Nelson teve atuação destacada na pequena comunidade, participando ativamente na implantação de uma escola estadual no então lugarejo, tendo em vista que a escola municipal atendia somente até a 4ª série do ensino fundamental. A Escola Madre Tarcila foi construída com o auxílio da comunidade, que fez eventos para arrecadar fundos, além de doações dos moradores.
Também trabalhou ativamente para a construção da igreja matriz e dos pavilhões comunitários, bem como na implantação do Centro de Tradições Gaúchas “Porteira da Tradição”.
Em 1986 participou do processo de emancipação do Município, percorrendo fazendas para o cadastramento de eleitores, juntamente com os srs. Ari Tomazelli e Nelson Zini.
Apesar de todas as dificuldades que encontrou, o Sr. Nelson Sestrem sempre acreditou em Campo Novo. São palavras suas: “Campo Novo é um dos melhores lugares para se viver. Tenho muito a agradecer e digo: que todos beberam desse cálice da história. A nossa vida é uma missão desde que os governantes colaborem. Devemos trabalhar com amor e idealismo sem ter inveja. Sejamos sempre idealistas”.
Sr. Nelson Sestrem é pioneiro e esteve envolvido em todas as questões relevantes que marcaram o início deste Município, contribuindo para a sua consolidação e desenvolvimento. Conceder-lhe esta honraria é apenas formalizar uma situação de fato.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Ninho do Sol recebe "História no Ponto" da Biblioteca Nacional
Matéria da Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom/MT) sobre o evento História no Ponto ocorrido em Campo Novo do Parecis entre os dias 23 e 25 de setembro de 2010.
A reportagem é de Rafael Sousa.
domingo, 26 de setembro de 2010
Equipe do História no Ponto se encanta com ruínas e Salto Utiariti
O que restou da 1ª escola indígena de Mato Grosso
Por Sílvia Schneiders
Local onde funcionou Oficina Mecânica na Missão Jesuíta Utiariti no século XX
Por Sílvia Schneiders
Ruína de banheiros da Missão Jesuíta
Por Sílvia Schneiders
O grupo foi acompanhado do diretor do Departamento de Cultura de Campo Novo, Vanderlei Guollo, da chefe de eventos culturais, Sílvia Schneiders, do diretor do Teatro Ogan, Alexandre Rolim e do integrante do Grupo, Eduardo Gevizier, bem como de jornalistas da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom).
Vanderlei Guollo concede entrevista a equipe do Balaio de História
Por Sílvia Schneiders
Leia abaixo matéria publicada pela Secom/MT:
Às margens do rio Papagaio, em Sapezal (480 km a Noroeste de Cuiabá), dentro da reserva Tirakatinga, dos Nhambikwaras, as ruínas da Missão Jesuíta de Utiariti (Companhia de Jesus), que catequizavam crianças indígenas no Centro Oeste do Brasil, em Mato Grosso, remetem à antiga construção do início do século XX e retratam costumes e modos de vida dos indígenas da etnia paresí e nhambikwara e padres que lá chegaram desde 1930.
Balsa sobre o Rio Papagaio
De um lado Campo Novo do Parecis e do outro Sapezal
Por Sílvia Schneiders
Andando pelo local, a sensação é de resgate histórico. Impossível não imaginar os indiozinhos correndo pelo local, estudando nas salas de aula, os padres ensinando os ofícios, como marcenaria, serralheria, além das aulas de matemática, português e religião.
Luis - Índio Paresí-Haliti que conviveu com a Missão Jesuíta
Por Sílvia Schneiders
O trajeto é feito de balsa de um lado ao outro da margem do rio Papagaio, entre as terras dos paresí e dos nhambikwara.
Salto Utiariti
Por Sílvia Schneiders
Este resgate à cultura, à memória de um povo, às raízes foram um dos objetivos que levaram o Ponto de Cultura 'Ninho do Sol' em Campo Novo do Parecis (396 km a Noroesre da Capital) a encaminhar o projeto sobre a cultura local e a história da missão jesuíta na terra nhambikwara, em Sapezal, para participar do documentário produzido pela Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN).
(...)
A historiadora e professora de História, Patrícia Woolley, acompanhou a equipe da RHBN e disse que estar nas ruínas das missões jesuítas é reviver um pedaço da história do Brasil. “Essa região, o Norte de Mato Grosso, tem um povoamento recentíssimo. Campo Novo do Parecis, por exemplo, data da década de 70.
Crianças indígenas se exibem para fotógrafos
Por Sílvia Schneiders
Então durante muito tempo isso aqui era terra ‘dos’ índios e não ‘de’ índios. Aqui é um pedaço da história do Brasil, porque ela foi sendo construída assim, aos poucos. Estar aqui é reviver um pouquinho dessa ocupação. Me sinto muito privilegiada por estar aqui”, disse Patrícia.
A preocupação com o resgate da memória não é característica do povo brasileiro, segundo Patrícia Wolley, que explicou ser esse um dos motivos de estarem em terras mato-grossenses realizando o documentário.
Casa onde morou Padre Arlindo
Por Sílvia Schneiders
A parceria entre o Ministério da Cultura, a RHBN, Ponto de Cultura de Campo Novo do Parecis, procura resgatar a memória do local. “O nosso objetivo é despertar nos próprios moradores que a região deles tem uma história e isso não pode ser esquecido. As pessoas têm que valorizar isso, porque o ser humano não é só material, ele precisa conhecer suas raízes. Nosso objetivo é despertar para a consciência de suas origens de Mato Grosso, como a história da região se desenvolveu”, explicou.
Cacique Ivone da Aldeia Bacaiúval
Por Sílvia Schneiders
Cacique Miriam da Aldeia Bacaval
Por Sílvia Schneiders
Uma iniciativa que parte da própria região, dos moradores, do Ponto de Cultura”, ressaltou ao complementar que se não houvesse esse engajamento por parte do Ponto talvez não estariam na cidade, “porque foram eles que mandaram o projeto que gostariam de participar desse registro, do documentário que está sendo feito em vários pontos do Brasil. Falta esse tipo de interesse, de mentalidade no nosso país”, concluiu.
Em Campo Novo do Parecis o projeto História no Ponto tem o apoio da Câmara Municipal, Governo Municipal e Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
É Cultura? Tá no Ponto!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
“Ninho do Sol é referência”, diz coordenadora dos Pontos do Mato
Cinthia Mattos discursando em Campo Novo do Parecis
Para ela, o Teatro Ogan desenvolve um trabalho sério e que tem conseguido resultados acima da expectativa da própria Secretaria de Estado de Cultura (Sec).
“Campo Novo do Parecis é um referencial porque já foi triplicado o número de ações voltadas para a área cultural”, disse ao frisar que essas ações acontecem na Unidade Prisional, escolas e em outros tantos locais.
“Para mim, dentro dos vários municípios que ganharam a concorrência através do edital, o Ponto de Cultura Ninho do Sol tem feito a diferença, coletando dados da população, da história e colonização da cidade e região, algo que até então não havia sido feito”, admitiu.
Cinthia está na cidade acompanhando o evento História no Ponto e Festival Ninho do Sol. Amanhã ela conhecerá algumas aldeias, locais turísticos e históricos importantes de Campo Novo do Parecis.
Balaio de História: Moradores falam sobre Madre Tarcila e Padre Arlindo
Chico Dallepiane concede entrevista no interior da Matriz São Cristóvão
A equipe do projeto “Balaio de História” da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), chegou à Campo Novo do Parecis na noite desta quinta-feira, 23, e já iniciou os seus trabalhos. Vários moradores foram entrevistados na noite de ontem e na manhã de hoje, sexta-feira, 24.
O tema das entrevistas: a relação de Padre Arlindo e Madre Tarcila com os índios Paresí-Haliti durante e depois das Missões Jesuítas de Utiariti.
Os entrevistados: Professora Sandra Paim; Empresário Rildo Tomazelli; Frei Natalino; Francisco Dallepiane, Professora Clarice Dalsólio, entre outros.
Muitas histórias foram contadas, e relembradas, aos entrevistadores, o vídeomaker Anderson Barreto e o jornalista Adriano Belisário. Alguns desses relatos inéditos e emocionantes.
Rildo Tomazelli lembrou a relação amigável que sua família teve com o Padre Arlindo. “O Padre Arlindo era de casa, ele dormia no hotel (Tomazelli) sempre que chegava cansado das aldeias”, conta.
“Ele amava os índios e agia como se fosse um deles, abandonou o conforto da cidade e a família para se dedicar a eles”, relata.
E admite: “- Ele gostava de tomar um uisquezinho”.
“- Ele gostava de tomar um uisquezinho”.
Rildo Tomazelli sobre o Padre Arlindo
Francisco Dallepiane comentou sobre as missões e sobre a importância delas na transformação cultural e comportamental dos indígenas. Lembrou de sua convivência com o Padre Arlindo e a sua atuação junto as diversas etnias da região: Manoki, Nhambiakwara e, concomitantemente, os Paresí-Haliti.
Dallepiane pontuou que acima de tudo, Padre Arlindo queria o bem dos índios e que depois de sua morte, os Haliti ficaram relativamente ‘abandonados’. ‘Chico’ dava apoio ao padre na execução de projetos pecuários que eram desenvolvidos nas aldeias.
Clarice Dalsólio, que hoje é bibliotecária da Escola Estadual Madre Tarcila, falou sobre a importante relação da irmã Tarcila com a educação dos indígenas. Relatou sobre a vida da madre, desde o sul do país às Missões de Utiariti.
Clarice lembrou que Madre Tarcila fez parte da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e que desde menina se ‘apaixonou’ pelos índios Paresí-Haliti, se dedicando a eles até o último dia da sua vida.
Professora Clarice Dalsólio também foi entrevistada
Além destes, ainda serão entrevistados indígenas e outras pessoas que conviveram ou que tenham relatos sobre esta relação, Jesuítas x Índios, que teve início na metade do século XX.
Na tarde hoje, ocorre a partir das 14 horas o debate: “Educação Visionária”, com a Msc. em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Patrícia Woolley e logo mais a noite ocorre o Festival Ninho do Sol, a partir das 19h30.
Amanhã pela manhã, a equipe composta pelos integrantes da RHBN e do Ponto de Cultura Ninho do Sol seguirá para as aldeias Utiariti, Bacaiúval e Bacaval, além do Salto Utiariti, nas imediações da Missão Jesuíta homônima.
É Cultura? Tá no Ponto!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Festival Ninho do Sol - um Balaio de Artes!
O Festival Ninho do Sol é um evento que faz parte da programação do "História no Ponto", evento promovido pela Revista de História da Biblioteca Nacional em parceria com o Ponto de Cultura Ninho do Sol.
Este festival será realizado na próxima sexta-feira, às 19h30, no Plenário do Fórum, e será composto por uma programação diversificada. Estarão em palco os aprendizes das oficinas de arte do Ponto de Cultura Ninho do Sol, os arte-educandos das oficinas de arte do Centro Cultural, Projeto Aplauso, CRAS Girasol Boa Esperança, CTG Porteira da Tradição, Escola Municipal 04 de Julho e Teatro Ogan.
Ingresso simbólico: R$ 2,00.
É Cultura?
Tá no Ponto!
PROGRAMAÇÃO
1 - Teatro Ogan
Performance: “A Cela”
2 – Escola Municipal 04 de Julho
Grupo Vozes
Espetáculo: Quem é o deficiente?
Autoria: Mário Quintana
Adaptação: Elizandra Pereira
Direção: Elizandra Pereira e Daniela Boniatti Desordi
Melhor Espetáculo Infanto-juvenil do V FEsTeatro
3 - Oficina de Teclado do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Oficineiro: Welder da Vitória
Aluna: Ediléia Zamarioli
Músicas: I don't have to say (José Carreras & Sara Brightman)
Aquarela (Toquinho)
4 - Oficina de Balé do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Oficineira: Karin Nina
Grupo Flores do Amanhã
Coreografia: Abra suas asas
5 - Oficinas de Dança do Ventre do Centro Cultural
Instrutora: Franciele Almeida
Grupo Rosas de Shairoom
Coreografia: Luz do Sol
6 - Oficinas de Dança de Rua do Centro Cultural
Instrutor: Weleton Soares
Grupo New Style
Coreografia: Renovação
7 - Oficinas de Violão do Centro Cultural
Instrutor: Pedro da Vitória
Arte-educandos: Dudu
Música: Fã (Cristian e Cristiano)
8 - Oficinas de Capoeira do Centro Cultural
Instrutor: Carlito Ferreira (Monitor Sabiá)
Roda de Capoeira
9 – CTG Porteira da Tradição
Instrutor de Dança: Anderson Luis da Costa
Coreografia: Balaio
10 – Oficinas de Balé Moderno do CRAS Gira Sol Boa Esperança
Instrutora: Franciele Almeida
Grupo Encanto
Coreografia: Santo dos Santos
11 - Oficinas de Balé do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Oficineira: Karin Nina
Grupo Dançarte
Coreografia: Pra você guardei o amor
12 - Oficinas de Dança do Ventre do Centro Cultural
Instrutora: Franciele Almeida
Grupo Helluá
Coreografia: Sedução
13 – Oficinas de Violão Avançado do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Oficineiro: Welder da Vitória
Aluno: Bruno Kisnner
Música: Choro de Criança (instrumental) de Kiko Loureiro
14 – Oficinas de Violão Avançado do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Oficineiro: Welder da Vitória
Alunos: Bruno, Deisiane, Valdomiro, Henrique, José Augusto e Allan
Música: Aquarela do Brasil (Ari Barroso)
15 - Oficinas de Balé do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Sob a Coordenação de Franciele Almeida
Grupo Madre Luna
Coreografia: Dança da Colheita
16 - Oficinas de Dança do Ventre do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Oficineira: Karin Nina
Grupo Odaliscas do Sol
Coreografia: Ãtfh (antif)
17 - Oficinas de Balé do Ponto de Cultura Ninho do Sol
Coreógrafo: Fábio Lima
Grupo Flor de Menina
Coreografia: Para ser Feliz
18 - Oficinas de Balé do Projeto Aplauso do Bairro Jardim das Palmeiras
Instrutora: Franciele Almeida
Grupo Almas
Coreografia: Maria Maria
19 – Oficinas de Dança de Salão do Centro Cultural
Instrutor: Weleton Soares
Grupo Estilo Refinado
Coreografia: Ritmus
20 - Banda de Percussão do Centro Cultural
Instrutor: Elton Geiss
Arte-Educandos: Lucas, José Augusto, Djonatan, Marcelo Henrique, Geison, Edilson e Jeferson.
Peças Musicais: Mercedita – Ramón
Trio Metal – Daniela Mercury
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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