segunda-feira, 17 de junho de 2013

Para refletir!


Fala no meu ouvido o teu segredo.
Confia em mim.
Sou todo teu, teu amigo, teu umbigo.
Te espero deitado na rede dos perdidos.
Sem saber o que estou ouvindo, quero ter certeza... te entender o que te sinto...
No teu braço correr feito o sangue das tuas veias.
Veja: te pré-sinto sem pós-saber se o que digo faz sentido.
Agora faz: complico tanto.
Só quero dizer que te amo!

Bethoven Jasmim

domingo, 16 de junho de 2013

3ª Conferência de Cultura é realizada em Tangará


Representantes dos municípios presentes na Conferência

A 3ª Conferência Intermunicipal de Cultura foi realizada na última quarta-feira (12), no Centro Cultural Pedro Alberto Taiano, na cidade de Tangará da Serra, e reuniu vários municípios que compõem este pólo: Diamantino, Barra do Bugres, Nova Olímpia, Nova Marilândia, Sapezal, Brasnorte e Campo Novo do Parecis.

A pauta da Conferencia foi a implantação do Sistema Nacional de Cultura (SNC) em Mato Grosso e nos municípios do Estado, e contou com a presença da secretária de Estado de Cultura, Janete Riva e do articulador do Ministério da Cultura, Rômulo Fraga. Contou também com gestores de cultura dos vários municípios recepcionados pelo secretário de Educação e Cultura de Tangará da Serra, Júnior Pimenta e pela coordenadora de Cultura, Traudi Hoffmann.


Eleição das propostas da Conferência

Campo Novo do Parecis participou com uma grande comitiva, representada por todos os gestores culturais e instrutores de Arte da Secretaria de Cultura e Turismo, do Departamento de Cultura, do Departamento de Turismo, do Centro Cultural, da Biblioteca Pública Municipal e do Museu Histórico do Parecis; pelos conselheiros de Política Cultural representando o CTG Porteira da Tradição, as Associações Indígenas, a Associação Italiana e o Centro Cultural Aruandê Capoeira; e pelo Teatro Ogan, com todos os oficineiros e agentes culturais do Ponto de Cultura Ninho do Sol.

Na discussão da pauta, foram elencados inúmeras propostas de política cultural para os municípios da região, sendo que cada representante pode discorrer sobre a situação em seu respectivo município: estrutura do órgão gestor da cultura, dos Conselhos de Política Cultural, dos fundos de Cultura, dos equipamentos culturais, dentre outros.


Delegados eleitos para a Conferência Estadual de Cultura

Estas propostas serão discutidas na Conferência Estadual de Cultura a ser realizada em setembro, em Cuiabá, sendo que as mesmas serão defendidas pelos nove delegados eleitos na conferência, sendo três gestores públicos e seis representantes da classe artística. Representando o poder público foram eleitos o secretário de Cultura e Turismo de Campo Novo do Parecis, Vanderlei César Guollo; a coordenadora de Cultura de Tangará da Serra, Traudi Hoffmann; e o coordenador de Cultura de Sapezal, Claudir Ferreira. Representando a classe artística foram eleitos de Tangará da Serra: Anselmo Parabá (músico), Alexandre Rolim (ator) e Wellington Machado (dançarino); de Campo Novo do Parecis: Denise Vendruscolo (conselheira de Política Cultural) e Fábio Lima (dançarino); e de Barra do Bugres: Rosalino Aluísio Magalhães (artista da cultura popular).

As Possibilidades da Arte - Dança

Para refletir!


A Voz Do Silêncio

Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.

Simples, rápido! E quanta força!

Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo. Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.

Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.

Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.

Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.

É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.

Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.

Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"

É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.

É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.

Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.

O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.

E fala alto.

É quando ninguém bate à nossa porta,
não há emails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem

Martha Medeiros

sábado, 15 de junho de 2013

Democracia: para refletir! - O poder público não consegue entender as manifestações de São Paulo


Muitos representantes políticos não entendem como manifestações como os protestos contra o aumento das passagens em São Paulo não são conduzidos por partidos, sindicatos e associações, mas sim em um processo descentralizado. Há lideranças no movimento, mas elas estão lá para organizar, não necessariamente controlar o que brotou da insatisfação popular tanto à persistência de problemas existentes quanto aos tipos de soluções que vêm sendo dadas pelos próprios representantes políticos a esses problemas. Por conta disso, vi declarações de analistas que, beges e em pânico, afirmavam que não sabiam como dialogar com uma situação dessas.

Ótimo. Que fujam do comodismo estanque e reaprendam a se comunicar. Pois as demandas, agora, são outras.

Antes de mais nada, vale dizer que os políticos tradicionais têm dificuldade em assimilar como movimentos utilizam ferramentas como Twitter e Facebook. Acreditam que são apenas um espaço para marketing pessoal ou, no máximo, um canal para fluir informação ou atingir o eleitor. Há também os que crêem que redes sociais funcionam como entidades em si e não como plataformas de construção política onde vozes dissonantes ganham escala, pois não são mediadas pelos veículos tradicionais de comunicação. Ou seja, onde você encontra o que não é visto em outros lugares, por exemplo.

Essas tecnologias de comunicação não são ferramentas de descrição da realidade, mas sim de construção e reconstrução desta. Quando a pessoa está atuando através de uma dessas redes, não reporta simplesmente. Inventa, articula, muda. Vive. Isso está mudando aos poucos a forma de se fazer política e as formas de participação social. O poder concedido a representantes, tanto em partidos, como em sindicados, associações, entre outros espaços, tende a diminuir e a atuação direta das pessoas com os desígnios da sua polis, consequentemente, aumentar.

Voltando às manifestações em si. Muitos desses analistas bravejam contra o uso da força, representado pelo bloqueio de uma avenida, por exemplo. Mas o uso dessa força que incomoda é um instrumento político legítimo. É claro que devido à sua natureza, se utilizada, deve ser apenas em circunstâncias extremas. Pode contribuir para alcançar um objetivo, mas também gerar impactos negativos sobre a imagem de determinado grupo junto à sociedade. É, contudo, uma alternativa, muitas vezes desesperada, diante da incapacidade do poder público de agir diante do desespero alheio. Ou, pior, quando o Estado é ele próprio agente de desrespeito aos mais fundamentais direitos. Nesse caso, recorrer a quem? Às divindades da mitologia cristã?

O diálogo e as vias legais devem ser a primeira opção e, se possível, a única. Mas nem sempre o outro lado, hegemônico, está disposto a negociar – principalmente se isso significar perda de regalias (note-se que não falei de perda de direitos, mas sim de re-ga-li-as). Muitos diálogos terminam em muros intransponíveis pelas vias legais. E, vale a pena lembrar, muitas das leis que impõe desigualdades foram implantadas pelas classe sociais mais abastadas da sociedade, através da ação de seus representantes políticos em parlamentos.

Desigualdades que, sobrepostas e reafirmadas ao longo do tempo através de instituições como igrejas, família, escolas, setores da mídia, enfim, os instrumentos à mão, transformam exploração em tradição. O explorado esquece a razão da exploração e acaba aceitando-a, mais ou menos na linha do “Deus quis assim” ou “a vida é assim mesmo”. E, antes que eu me esqueça, maldito seja o “homem cordial” brasileiro. Pessoa do deixa-disso do para-com-isso, que não bate-boca, que não debate porque lhe foi ensinado que isso é feio. Com isso, não evolui, nem ajuda a evoluir.

Jovens ingleses desempregados, sem esperança e perspectivas, sob uma longa recessão econômica e uma polícia despreparada para ligar com protestos, iniciaram uma revolta e foram chamados de vândalos lá e aqui. O estopim do protesto, os “20 centavos” deles, pouco importa. Pois não era o estopim a razão da revolta, mas um acumulado de fatores que giravam em torno de sua qualidade de vida. Na verdade, da falta dela. Muita gente no Reino Unido não entendia porque eles faziam aquilo já que, durante tanto tempo, aceitaram coisa pior em silêncio.

Nesse ponto, manifestações públicas que causem impacto urbano, como congestionamentos, devem ser consideradas como legítima defesa e não como violência gratuita. Da mesma forma que uma ocupação em praça pública no Egito, que impeça o país de funcionar normalmente enquanto um ditador não deixar o poder. Ou o bloqueio de rodovias que chegam a La Paz, enquanto os direitos de populações tradicionais não forem respeitados. E até mesmo a resistência contra o salve-se-quem-puder do capitalismo global, atormentando a vida do mercado financeiro em Wall Street, em Saint Paul ou na ruas de Roma.

Muitas vozes se levantam para reclamar da “violência” resultante dessas ações, mas se calam diante de massacres, chacinas e genocídios que ocorrem diariamente. Ou das pequenas violências do dia-a-dia, como ter que espremido feito bagaço de laranja em um busão após um dia cheio de trabalho ou ir acomodado, feito sardinha em óleo, voltando para casa de metrô. Só quem nunca pegou transporte público pode pedir calma à população mediante a passagens caras e serviço ruim.

“Ah, mas esses jovens que resolveram, de uma hora para outra, questionar como a vida foi organizada antes deles nascerem são muito novos para entender.” Não, não são não. Já perceberam o que significa ordem, hierarquia e tradição e não gostaram. Até porque são valores de uma civilização representada por fuzis, colheitadeiras, motosserras, terno e paletó que, mais cedo ou mais tarde, vai ter que mudar. Isso não é o mundo, nem a política, que muitos deles querem.

O paradigma do sistema político representativo está em grave crise por não ter conseguido dar respostas satisfatórias à sociedade. Aos mais jovens, sobretudo. Bem pelo contrário, apesar de ser uma importante arena de discussão, ele não foi capaz de alterar o status quo. Apenas lançou migalhas através de pequenas concessões, mantendo a estrutura da mesma maneira e a população sob controle. O Estado continua servindo aos interesses de alguns privilegiados.

A incapacidade do sistema político de gerar respostas satisfatórias levou também ao fortalecimento da luta em outras frentes, além daquela representada pelo capital-trabalho. A vanguarda dos progressistas foi ocupada por grupos que discutem as liberdades individuais e a qualidade de vida nas grandes cidades – da mobilidade urbana, passando pelas demandas de direitos sexuais e reprodutivos ao poder de dispor do próprio corpo.

Os mais velhos vêm isso como uma pauta que não altera em nada a estrutura social. Bem, como já disse aqui, o problema entre a velha e a nova “esquerda” (na falta de uma outra palavra de contestação ao status quo usei essa, mas podem também chamar de “jujuba” ou “picanha” se não gostarem de “esquerda”) está no contexto histórico em que seus atores foram formados. Não adianta mostrar fatos novos ou uma nova luz para a interpretação da realidade, há grupos que fecham e não abrem com padrões paleozóicos de interpretação da realidade.

A meu ver a solução desse embate se dará com os mais antigos se retirando com a idade para dar lugar aos mais novos, formados em uma matriz diferente.

Protestos contra o aumento de passagens do transporte público; sobre estações de metrô que têm sua localização alterada em benefícios de um grupo social privilegiado; ocupações de reitorias por estudantes, de prédios abandonados por sem-teto; manifestações pelo direito ao aborto, pelo uso de substâncias consideradas como ilícitas e outras liberdades. Todas têm um objetivo muito maior do que obter concessões de curto prazo. Elas não servem apenas para garantir transporte público, tapar as goteiras das salas de aula, destinar um prédio aos sem-teto ou ainda conquistar direitos individuais. Os problemas enfrentados pelos movimentos urbanos envolvidos nesses atos políticos não são pontuais, mas sim decorrência de um modelo de desenvolvimento que enquanto explora o trabalho, concentra a renda e favorece classes de abastados, deprecia a coisa pública (quando ela não se encaixa em seus interesses) ou a privatiza (quando ela se encaixa).

Como muitos dizem, a luta não é por “20 centavos”. É por dignidade.

As ações são, sim, uma disputa de poder feita simultaneamente em âmbito local e global que, no horizonte histórico, poderá resultar na manutenção da pilhagem econômica, social e cultural da grande maioria da sociedade ou levar à implantação de um novo modelo – mais humano, livre e democrático.

A história mostra que apesar da esquerda ter capacidade de influenciar a realidade no país, ela não foi capaz de transformá-la. E a menos que novas respostas se imponham para romper com a estrutura atual, continuaremos vendo fracassos se repetirem. A reconquista do espaço público traz uma lufada de esperança para a busca de respostas. Você, que reclama dessa molecada, deveria levantar e aplaudir de pé. Pois talvez essa nova geração, auxiliada pela tecnologia, faça a diferença na forma que os que vieram antes ainda não conseguiram fazer.

Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

Democracia: para refletir! - Violência em São Paulo: o protesto que eu não vi na TV


Eu fico meio assim de falar estando longe, porque é fácil falar estando longe. Mas estar longe também dá uma perspectiva boa, mais ampla, então eu vou falar.

A fiança para os detidos na manifestação é de R$20 mil reais. Tem gente que atropela e mata, paga 5 a 10 mil reais e sai andando da delegacia.

Eles estão se assustando. E sabe por que? Porque todo mundo sabe que quem foi pra Paulista ontem não está lá por causa da passagem de ônibus - como os manifestantes na Turquia não estão lá por causa da construção de um parque. Foi só a gota d'água.

O lance é que ninguém aguenta mais. Ninguém aguenta mais ler que a desigualdade social diminuiu e o Brasil vai ser a maior economia do mundo em 20 anos, e não conseguir sair de casa por medo de tomar um tiro na cabeça sem motivo. SP, especificamente, está sufocando todo mundo. Viver em SP é uma batalha diária, mesmo. Só percebe quem vive uma outra vida. A gente fica tão imerso em todos os esforços que tem que fazer, diariamente, pra checar vivo e íntegro em casa no fim do dia, que não percebe o quão extenuante isso é. O quanto isso acaba com a nossa saúde mental, com a nossa dignidade, com os nossos valores do que é realmente importante na vida. Eu só percebi quando saí daí e vi que outra vida era possível mesmo em uma cidade grande.

Aliás, era isso que eu queria dizer: outra vida é possível. E se 5% das 10 mil pessoas que estiveram na rua ontem são vândalos, bom, eu acho que é preço pequeno a se pagar perto do resto, bem intencionado, que só não aguenta mais ser massacrado todos os dias e viu o aumento da passagem de ônibus como a gota d'água.

O que eles querem é que você pense que quem está na rua é meia-dúzia de vândalos vagabundos. Molecada que não tem o que fazer, gente perigosa que precisa pagar VINTE MIL REAIS de fiança pra sair cadeia. Eles querem muito que você acredite nisso. Você sabe que não: que tinha todo tipo de gente lá. Você sabe que tá todo mundo tão puto quanto você tá. Que, como você, ninguém aguenta mais nem um segundo de conversa fiada dos nossos governantes, e que estamos tão no limite que nós, o povo apático, estamos indo pra rua (eu não estou, mas enfim) de tão putos.

Uma vez só, tenha em mente que, se tem alguém na TV tentando te convencer de algo, você deveria acreditar justamente no contrário.

Ana Paula Freitas

Ninho do Sol define agente cultural do Ponto


O Teatro Ogan torna público o Resultado do Edital de Processo Seletivo Simplificado Nº 04/2013, para admissão de 01 (um) Agente Cultural do Ponto em atendimento ao Plano de Trabalho constante do Convênio Nº 054/2009, celebrado com o Governo do Estado de Mato Grosso através da Secretaria de Estado de Cultura/SEC-MT.

A candidata CLESIA BEZERRA LIMA foi aprovada no cargo de Agente Cultural do Ponto com a nota 10,3 (dez virgula três) e deve comparecer no dia 17 de junho de 2013, às 8h, no Ponto de Cultura Ninho do Sol situado na Rua Roberto Carlos Brólio, 342 NE, Bairro Jardim Nossa Senhora Aparecida, para assumir suas funções, munida de cópia legível da documentação a seguir:

  • Apresentação de atestado laboral;
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS;
  • Apresentação do cartão do PIS/PASEP.

Dentre as atividades, o Agente Cultural deverá apoiar a coordenação do Ponto de Cultura Ninho do Sol auxiliando nas atividades administrativas e financeiras; acompanhar as oficinas do Núcleo de Artes e demais cursos oferecidos e as atividades da Biblioteca Comunitária Mãe Branca; organizar os materiais e equipamentos e fiscalizar o manuseio dos mesmos nos trabalhos realizados; auxiliar na organização e promoção de eventos e ações culturais do Ponto de Cultura Ninho do Sol.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Biblioteca Mãe Branca inicia suas atividades em 2013

A Biblioteca Comunitária Mãe Branca tem como Missão "Fortalecer o hábito da leitura indagadora, reflexiva e crítica como forma de construção da cidadania."


A Biblioteca Mãe Branca é parte das ações do Ponto de Cultura Ninho do Sol, projeto do Teatro Ogan que tem o patrocínio do Governo Federal - Ministério da Cultura - Programa Mais Cultura e Governo de Mato Grosso - Secretaria de Estado de Cultura - Rede de Pontos do Mato. No município, conta com o patrocínio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis, do Escritório Contábil Campo Novo e da Agro Amazônia John Deere.

A Biblioteca têm em seus acervos cerca de 2.500 livros especialmente voltados à literatura infanto-juvenil, e acervos de jogos pedagógicos e de fantoches. Em seus espaços são desenvolvidas atividades de incentivo e apoio à leitura, diariamente das 8h as 11h e das 14h as 17h:

  • Hora do Conto - segunda-feira;
  • Fazendo Arte - terça-feira;
  • Roda de Leitura - quarta-feira;
  • Momento de Brincar - quinta-feira;
  • Cine Criança - sexta-feira.

Para usufruir destas atividades gratuitamente, o leitor deve comparecer na Rua Roberto Carlos Brólio, 343 NE - Bairro Jardim Nossa Senhora Aparecida. O telefone de contato é o (65) 3382 3394, com Fernanda Carla - agente cultural da Biblioteca.

Ninho do Sol abre vagas para Oficinas de Arte 2013


O Teatro Ogan divulga as Oficinas de Arte e os horários em que as mesmas acontecem no Ponto de Cultura Ninho do Sol.

As inscrições podem ser feitas no local, na Rua Roberto Carlos Brólio, 342 NE - Bairro Jardim Nossa Senhora Aparecida.
Telefone: 3382 3394

Oficinas de Artes Cênicas - Balé

Baby Balé 1:
terça e quinta - 10h as 11h

Baby Balé 2:
terça e quinta - 16h as 17h

Iniciação 1:
terça e quinta - 7h as 8h30

Iniciação 2:
terça e quinta - 8h30 as 10h

Iniciação 3:
terça e quinta - 13h as 14h30

Iniciação 4:
terça e quinta - 14h30 as 16h

Primeira Grade:
quarta e sexta - 8h as 9h

Cia de Arte Flor de Menina:
segunda, quarta e sexta - 15h as 17h

Oficinas de Artes Cênicas - Teatro

Grupo 1:
segunda e quarta - 13h as 15h

Grupo 2:
segunda e quarta - 15h as 17h

Grupo 3:
terça e quinta - 7h as 8h30

Grupo 4:
terça e quinta - 8h30 as 10h

Oficinas de Artes Cênicas - Teatro Ogan

Corpo Artístico (grupo adulto):
sábado - 17h as 20h

Oficinas de Artesanato - Patchwork

Turma Única:
segunda - 13h as 16h

Oficinas de Artesanato - Fuxico

Turma Única:
terça - 13h as 16h

Oficinas de Artesanato - Ponto Cruz

Turma Única:
quarta - 8h as 11h

Oficinas de Artesanato - Bordado

Turma Única:
quinta - 13h as 16h

Oficinas de Artesanato - Pintura

Turma Única:
sexta - 7h as 10h

domingo, 9 de junho de 2013

Biblioteca divulga premiados no Recital de Poesias 2013


O Recital de Poesias 2013 aconteceu na noite de quinta (06.06) e reuniu na Câmara de Vereadores um público seleto para apreciar as recitações das poesias classificadas no VI Concurso Municipal de Poesias, evento promovido pelo Governo Municipal e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo - Departamento de Cultura, através da Biblioteca Pública Municipal.


Na abertura do evento, aconteceram apresentações das oficinas de violão e canto vocal do Centro Cultural: a música Jeito de Mato (Paula Fernandes), com as arte educandas Claudiane e Letícia, sob a instrução de Diego Matochi Mouro; e a música João de Barro (Maria Gadú), com o grupo de canto vocal sob a instrução de Ricardo Mattos.

As poesias inscritas da EM 04 de Julho, EM Professor Antonio Pereira, EE Madre Tarcila, EE Pe. Arlindo Ignácio de Oliveira, concorrentes nas categorias II, III e IV e a categoria livre foram avaliadas pelas professoras Josicléia Pereira (pedagoga) e Marisa Rodrigues Batista (psicopedagoga), que premiaram as seguintes poesias:

Categoria II (4º ao 6º ano)



1º Lugar: Férias na fazenda – José Felipe S. J. da Costa (EM 04 de Julho)


2º Lugar: Orgulho Matogrossense – João Victor R. dos Santos (EM 04 de Julho)

Categoria III (7º ao 9º ano)


1º Lugar: Imaginação – Marcia Eduarda Pastore (EM 04 de Julho)


2º Lugar: Minha escola – Erika Freitas Faneco (EE Pe. Arlindo)


3º Lugar: Será só um sonho então? – Gabriela Scheer Avelino (EM 04 de Julho)


Menção Honrosa: Saudade – Danielli dos Santos Rodrigues (EE Pe. Arlindo)

Categoria IV (Ensino Médio)


1º Lugar: O começo de um fim – Emori Oliveira da Silva (EE Madre Tarcila)


2º Lugar: É fácil amar em palavras – Uilian Cavalcante dos Santos (EE Pe. Arlindo)


3º Lugar: Amor e Prazer – Jean Lúcio da Costa (EE Pe. Arlindo)

Categoria Livre


1º Lugar: Rainha dos Lares – Eduardo Castelli


2º Lugar: Vida Nordestina – Leni das Chagas Medeiros

3º Lugar: Campo Novo do Parecis – Cledson Modesto