domingo, 19 de agosto de 2012
"Cia Alma" faz apresentação na abertura do 12º MT Open de Karatê
A Cia Almas de Danças se apresentou na abertura do "12º Mato Grosso Open de Karatê" que está sendo disputado no ginásio João Laurindo em Campo Novo do Parecis.
As finais da competição serão disputadas amanhã, à partir das 08h.
sábado, 18 de agosto de 2012
Trupe de Contadores de Histórias se apresenta em Sapezal
A Trupe do Teatro Ogan apresenta hoje, em Sapezal, o espetáculo "Passarinho me contou..." de autoria e direção de Van César.
"Passarinho me contou..." narra como Ananse compra o Baú de Histórias e assim provoca o surgimento dos contadores no mundo. Narra ainda como as histórias, saídas do baú, se transformam em pássaros encantados que percorrem cidades e regiões, fazendo seus ninhos na cabeça e no coração dos contadores de histórias.
A apresentação faz parte da "Operação Vida Ativa" promovida pela Fundação André Maggi para os colaboradores e familiares da Amaggi Sapezal, Amaggi Campos de Julio e Divisão Energia.
Segundo o Núcleo de Responsabilidade Social da Fundação Andre Maggi, "Vida Ativa" é sinônimo de energia! Podemos e devemos desfrutar do lazer em nosso tempo disponível, para que possamos ter uma vida mais saudável e equilibrada. Lazer é aquela atividade que praticamos em nosso tempo livre e nos traz prazer, alegria. Através do lazer temos contato com outras pessoas, nos tornarmos mais próximos de nossos familiares, adquirimos conhecimento e ainda melhoramos nossa saúde.
A apresentação está prevista para as 15h
Trupe de Contadores: Eduh Gevizier, Silvinha, Dona Morte e Van César
"Passarinho me contou..." narra como Ananse compra o Baú de Histórias e assim provoca o surgimento dos contadores no mundo. Narra ainda como as histórias, saídas do baú, se transformam em pássaros encantados que percorrem cidades e regiões, fazendo seus ninhos na cabeça e no coração dos contadores de histórias.
A apresentação faz parte da "Operação Vida Ativa" promovida pela Fundação André Maggi para os colaboradores e familiares da Amaggi Sapezal, Amaggi Campos de Julio e Divisão Energia.
Segundo o Núcleo de Responsabilidade Social da Fundação Andre Maggi, "Vida Ativa" é sinônimo de energia! Podemos e devemos desfrutar do lazer em nosso tempo disponível, para que possamos ter uma vida mais saudável e equilibrada. Lazer é aquela atividade que praticamos em nosso tempo livre e nos traz prazer, alegria. Através do lazer temos contato com outras pessoas, nos tornarmos mais próximos de nossos familiares, adquirimos conhecimento e ainda melhoramos nossa saúde.
A apresentação está prevista para as 15h
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Justiça determina suspensão das obras da usina de Belo Monte
Decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).
MP argumenta que índios tinham de ser ouvidos antes do início da obra.
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou a suspensão imediata das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, sob pena de multa diária de R$ 500 mil. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (13) pela 5ª Turma do tribunal como resposta a um recurso do Ministério Público Federal (MPF).
O consórcio Norte Energia, responsável pela obra da usina de Belo Monte, informou que ainda não foi notificado da decisão do TRF e que só vai se manifestar sobre o assunto na Justiça. Cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). O consórcio responsável pela obra deve ser notificado da decisão de paralisação das obras até quinta (16), segundo o TRF.
Em novembro do ano passado, o tribunal havia negado pedido do Ministério Público Federal para anular o decreto legislativo 788, que autorizou a instalação da usina em 2005. O Ministério Público alegava que os índios que vivem no local deveriam ter sido ouvidos pelo Congresso antes da aprovação do decreto.
Diante da negativa da Justiça, o MPF recorreu, usando como base a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A convenção trata do direito de consulta dos povos indígenas e tribais a medidas legislativas que possam afetar seus direitos.
"O poder público deve exigir na forma da lei, para instalação de obra, estudo prévio de impacto ambiental. Não é estudo póstumo. O Congresso determinou estudo póstumo e não prévio. Essa é a primeira premissa equivocada desse decreto legislativo", explicou o desembargador Souza Prudente, do TRF, em entrevista nesta terça (14).
O Congresso precisou autorizar a obra de Belo Monte por meio de decreto legislativo porque se tratava de obra em terra indígena - isso, segundo o desembargador, é uma exigência prevista na Constituição.
Para ele, o Congresso determinou uma "oitiva precária, imprestável através do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], só pra comunicar, no estilo da obra de James Cameron, 'Avatar'. O Congresso utilizou um instrumento autoritário".
Além da convenção da OIT, a decisão judicial tomou por base artigo da Constituição que diz que a pesquisa e a lavra das terras indígenas só pode ser feita mediante consulta aos povos.
Segundo o desembargador, as obras de Belo Monte só poderão ser retomadas depois que o Congresso consultar as comunidades. Ele esclareceu que as opiniões dos indígenas - quaisquer que sejam - terão validade legal e deverão ser levadas em consideração para a continuidade das obras.
"O Congresso tem que levar em conta as decisões da comunidade indígena. O legislador não pode tomar decisão sem conhecer os efeitos dessa decisão. O Congresso só pode autorizar se as comunidades indígenas autorizarem", disse. Não há, no entanto, definição sobre a forma de se realizar a consulta - por exemplo, quantos indígenas deverão ser ouvidos, como e quando.
Entenda o caso
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída no rio Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará, com um custo previsto de R$ 19 bilhões.
O projeto tem grande oposição de ambientalistas, que consideram que os impactos para o meio ambiente e para as comunidades tradicionais da região, como indígenas e ribeirinhos, serão irreversíveis.
A obra também enfrenta críticas do Ministério Público Federal do Pará, que alega que as compensações ofertadas para os afetados pela obra não estão sendo feitas de forma devida, o que poderia gerar um problema social na região do Xingu.
MP argumenta que índios tinham de ser ouvidos antes do início da obra.
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou a suspensão imediata das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, sob pena de multa diária de R$ 500 mil. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (13) pela 5ª Turma do tribunal como resposta a um recurso do Ministério Público Federal (MPF).
O consórcio Norte Energia, responsável pela obra da usina de Belo Monte, informou que ainda não foi notificado da decisão do TRF e que só vai se manifestar sobre o assunto na Justiça. Cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). O consórcio responsável pela obra deve ser notificado da decisão de paralisação das obras até quinta (16), segundo o TRF.
Em novembro do ano passado, o tribunal havia negado pedido do Ministério Público Federal para anular o decreto legislativo 788, que autorizou a instalação da usina em 2005. O Ministério Público alegava que os índios que vivem no local deveriam ter sido ouvidos pelo Congresso antes da aprovação do decreto.
Diante da negativa da Justiça, o MPF recorreu, usando como base a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A convenção trata do direito de consulta dos povos indígenas e tribais a medidas legislativas que possam afetar seus direitos.
"O poder público deve exigir na forma da lei, para instalação de obra, estudo prévio de impacto ambiental. Não é estudo póstumo. O Congresso determinou estudo póstumo e não prévio. Essa é a primeira premissa equivocada desse decreto legislativo", explicou o desembargador Souza Prudente, do TRF, em entrevista nesta terça (14).
O Congresso precisou autorizar a obra de Belo Monte por meio de decreto legislativo porque se tratava de obra em terra indígena - isso, segundo o desembargador, é uma exigência prevista na Constituição.
Para ele, o Congresso determinou uma "oitiva precária, imprestável através do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], só pra comunicar, no estilo da obra de James Cameron, 'Avatar'. O Congresso utilizou um instrumento autoritário".
Além da convenção da OIT, a decisão judicial tomou por base artigo da Constituição que diz que a pesquisa e a lavra das terras indígenas só pode ser feita mediante consulta aos povos.
Segundo o desembargador, as obras de Belo Monte só poderão ser retomadas depois que o Congresso consultar as comunidades. Ele esclareceu que as opiniões dos indígenas - quaisquer que sejam - terão validade legal e deverão ser levadas em consideração para a continuidade das obras.
"O Congresso tem que levar em conta as decisões da comunidade indígena. O legislador não pode tomar decisão sem conhecer os efeitos dessa decisão. O Congresso só pode autorizar se as comunidades indígenas autorizarem", disse. Não há, no entanto, definição sobre a forma de se realizar a consulta - por exemplo, quantos indígenas deverão ser ouvidos, como e quando.
Entenda o caso
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída no rio Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará, com um custo previsto de R$ 19 bilhões.
O projeto tem grande oposição de ambientalistas, que consideram que os impactos para o meio ambiente e para as comunidades tradicionais da região, como indígenas e ribeirinhos, serão irreversíveis.
A obra também enfrenta críticas do Ministério Público Federal do Pará, que alega que as compensações ofertadas para os afetados pela obra não estão sendo feitas de forma devida, o que poderia gerar um problema social na região do Xingu.
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Para refletir!
"Sempre tive pena de mim mesmo porque não tinha sapatos, até que encontrei um homem que não tinha pés."
Anônimo
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Mato Grosso é lindo!
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Artistas chamam Malheiros de caloteiro e acampam na Cultura
O ex-secretário de Cultura e candidato a vice de Mauro Mendes (PSB) João Malheiros (PR) está numa verdadeira “saia-justa” que pode respingar em sua campanha. Acontece que aproximadamente 15 artistas acamparam dentro da secretaria estadual de Cultura para cobrar pagamento de convênios assinados durante a gestão dele.
Segundo o professor e artista André de Luca, Malheiros não repassou o pagamento de aproximadamente 200 projetos. Ele assegura que a maior parte dos convênios foram assinados durante o período em que Malheiros tocava a pasta. “Só vamos sair daqui quando Malheiros ou o governador Silval Barbosa conversarem com a gente”, ponderou.
Somente com o professor, o Estado tem uma dívida de R$ 8 mil. “Dei aulas desde o começo do ano e, até agora, não recebi nenhum centavo. Tem muita gente que está com a luz cortada e o aluguel atrasado”.
De acordo com André, a tendência é que nas próximas horas um número maior de pessoas se juntem aos que estão em vigília até serem atendidas. A situação, no entanto, deve ser explorada pelos adversários do republicano.
Malheiros foi procurado pelo site RDNews, mas não atendeu ou retornou as ligações. O Estado, por sua vez, ainda não se pronunciou sobre o assunto. Isso deve ocorrer nesta quinta (15), após a volta do governador Silval Barbosa (PMDB), que está em reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Brasília.
Nayara Araújo
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
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