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sábado, 19 de novembro de 2011

Usina de Belo Monte - Movimento Gota d"Água




LEIA A PETIÇÃO!

Vossa Excelência Sra Presidenta Dilma Roussef
Exmo. Sr Presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia PT/RS

Nós do Movimento Gota D’Água pedimos o vosso empenho e ação para evitar mais um desastre ambiental de proporções gigantescas:

■ Pedimos vossa atenção para ouvir os argumentos da população do Xingu, dos ambientalistas, técnicos e cientistas verdadeiramente empenhados em achar soluções para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

■ Pedimos o fim dos discursos ambientalistas de palanque e o avanço na direção de uma discussão verdadeira em prol de políticas alternativas de geração de energia sustentável - capazes de gerar a energia necessária ao desenvolvimento do país, sem arruinar um ecossistema dessa magnitude.

■ Pedimos a interrupção imediata das obras de Belo Monte e a abertura de um amplo debate, que convoque os brasileiros a refletir e a opinar sobre qual modelo de progresso estão dispostos a perseguir, cientes das conseqüências de suas escolhas.

(Os Signatários)

Acesse o link abaixo e assine a petição!

http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura

Nós apoiamos essa causa!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Desabafo - Meio ambiente: para refletir!


Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Por e-mail - autoria desconhecida

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CAFI publica cartilha sobre mudanças climáticas para indígenas

Publicação ajudará a garantir a participação qualificada das comunidades indígenas no debate internacional sobre o clima.


Acaba de ser publicada uma cartilha sobre mudanças climáticas que traz uma ótica diferente sobre o tema. Produzida por 29 alunos do Centro Amazônico de Formação Indígena (CAFI), a cartilha busca traduzir a complexidade do tema para leitores que vivem no contexto das aldeias amazônicas.

O trabalho é resultado de um curso sobre Mudanças Climáticas oferecido pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) em parceria com o CAFI. “A intenção é munir as comunidades indígenas com informações técnicas e científicas, mas com linguagem acessível, o que não é muito comum em documentos sobre o tema”, explica André Nahur (IPAM), um dos responsáveis pela capacitação dos autores.

Segundo ele, tudo foi feito com a participação direta dos estudantes do CAFI. Os textos e as ilustrações trazem o tema das mudanças climáticas para o dia a dia das aldeias. “É ali que os efeitos das alterações do clima são diretamente percebidos pelos indígenas, seja no aspecto natural ou nas adaptações já necessárias nos hábitos dos povos da floresta devido ao aquecimento global”, diz Sônia Guajajara, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), responsável pela publicação e distribuição da cartilha.


A iniciativa, segundo ela, foi pensada para assegurar a participação qualificada das comunidades indígenas nos processos de discussão e tomada de decisão no cenário político nacional e internacional sobre as mudanças climáticas. Temas como o mecanismo de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) – que deverá remunerar quem mantém de pé as florestas – e os acordos internacionais para redução das emissões de gases de efeito estufa fazem parte do conteúdo da publicação.

A publicação, que deverá circular entre as comunidades indígenas, também está disponível para download. A versão impressa da cartilha também pode ser solicitada através do e-mail secretaria@coiab.rcom.br ou pelo telefone (92) 3184.6567

domingo, 5 de junho de 2011

Democracia e Prática da Educação Ambiental para uma sociedade sustentável


A globalização ambiental tem resultado em três conseqüências para a sociedade, que nos levam a pensar na responsabilidade em termos nacionais e internacionais: poluição sem fronteiras; degradação dos ecossistemas que transcendem fronteiras geopolíticas; e interdependêcia no uso dos recursos naturais disponíveis.

Educação ambiental não é neutra. E nós também não devemos ser neutros diante da crise ambiental que estamos vivenciando.

Nesse contexto, as instituições governamentais e não governamentais ainda não alcançaram status para impor ou favorecer medidas executivas que respeitem compromissos de defesa ambiente global. Na presente década, observamos alguns casos onde a pressão de governos e organismos transnacionais, articulados com a mídia e as organizações ambientalistas locais, geram um efeito de sensibilização da opinião pública, que passa a fazer pressão sobre o governo, obrigando-o a tomar medidas urgentes no combate a catástrofes ecológicas.

Há ainda situações de projetos (questionáveis sob o ponto de vista ambiental) que pleiteavam financiamento de organismos europeus, mas tiveram seus objetivos frustrados devido à pressão e de ONGs ambientalistas locais e transnacionais, apoiadas por lideranças políticas e pela opinião pública.

Contudo,essas ocorrêcias são isoladas e se deve a determinados contextos de pressão e de conquistas de simpatia da população, o que é difícil de ser sedimentado e estabilizado em um quadro de democracia frágil como esse em que vivemos.

Contemplando a realidade, verificamos que na sociedade atual as interações se processam desiguais, permeadas por visões e interesse de classes, por pressões de grupos econômicos e de elites. Logo, o pressuposto da democracia deliberativa é falho, em termos de viabilidade de aplicações e práticas para uma sociedade sustentável.

Por Tatiana Navarro

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Inca oferece cinema de graça na região sul de Cuiabá

Ponto de Cultura Inca na Ucam promove cursos e cinema todos os sábados gratuitamente

Falta de dinheiro para ver um bom filme não é mais desculpa. Pelo menos não para quem mora num dos 78 bairros da região Sul de Cuiabá. É que todos os sábados tem cinema de graça no Ponto de Cultura do Instituto Cultural América (Inca), localizado na sede da União Coxiponense de Associações de Moradores (Ucam), às 17h30.

A coordenadora do Ponto de Cultura Inca, Cybelle Bussiki, informa que os filmes são exibidos todos os sábados após os cursos de Audiovisual e Formação de Agentes, que são ministrados pelo Ponto naquele espaço com o apoio do presidente da entidade, José Maurício, que abraçou a idéia para ajudar no crescimento da indústria cultural da região. Os cursos também acontecem aos sábados das 15h às 17h e ainda há vagas disponíveis para quem quiser participar. Quanto aos filmes, ela destaca que a sessão é aberta a toda a comunidade gratuitamente.

Segundo ela, toda a seleção dos filmes tem a ver com a temática do curso de audiovisual. Na última semana foi exibido “Como fazer um filme de amor”, fruto do cinema brasileiro. Dessa vez, também com a nacionalidade brazuca é a vez de ser apresentado “Saneamento Básico", uma comédia do diretor Jorge Furtado, que trata da burocracia que cerca o serviço público.

Qualquer semelhança com problemas na área de saneamento de Cuiabá é mera coincidência já que serviços básicos como este sempre são cercados de problemas quando o assunto é resolvê-los. O projeto acontece com recursos do Ministério da Cultura através do Programa Cultura Viva da Secretaria de Cultura e Cidadania e do Governo do Estado através da Secretaria de Cultura e tem o Apoio da Secretaria de Emprego, Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Setecs).

Em "Saneamento Básico” a comunidade da Linha Cristal, uma pequena vila de descendentes de colonos italianos na serra gaúcha, reúne-se para tomar providências sobre a construção de uma fossa para o tratamento do esgoto. Uma comissão é escolhida para pleitear a obra junto à subprefeitura. Após ouvir a reivindicação, a secretária da prefeitura reconhece a legitimidade da solicitação. Mas, para desespero da comunidade, afirma que não dispõe de verbas para obras de saneamento básico até o final do ano.

No entanto, a prefeitura tem quase R$ 10 mil em verbas para a produção de um vídeo. A verba veio do governo federal e, se não for gasta, terá que ser devolvida. A comunidade decide então fazer um vídeo sobre a obra. A prefeitura apoia a ideia da realização do vídeo e da utilização da verba para a obra, que seria um absurdo devolver, mas esclarece que, para requerer a verba, a comunidade deve apresentar um roteiro e um projeto do vídeo, e que a verba era necessariamente para obras de ficção. Os moradores da Linha Cristal passam então a fazer um vídeo de ficção que, segundo interpretações, é um filme de monstro, ambientado nas obras de construção de uma fossa, com o único objetivo de usar a verba para as obras. O que eles não esperavam é que a produção do vídeo fosse, cada vez mais, complexa e interessante. No elenco: Wagner Moura, Camila Pitanga, Fernanda Torres e Lázaro Ramos. Vale conferir os talentos e o filme que demonstra.

Ponto de Cultura Inca - Acesse o blog www.culturadigital.br/inca.
Dúvidas e mais informações sobre como participar dos cursos podem ser obtidas pelos emails pontodeculturainca@gmail.com e inca_01@terra.com.br ou pelo telefone: (65) 3624-4372 (Inca) e 3661-0563 (Ucam).

sexta-feira, 22 de abril de 2011

22 de abril - Dia da Terra!

Terra - nossa Mãe, nosso lar!

O dia Mundial da Terra é comemorado no dia 22 de abril. A data surgiu nos Estados Unidos na década de 70 quando o senador Gaylord Nelson organizou o primeiro protesto nacional contra a poluição. Mas foi só a partir da década de 90 que a data se internacionalizou, ou seja, outros países também passaram a celebrar a data.

Histórico

A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades.

A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

Em 1972 celebrou-se a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar os líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.

O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.

O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.

"A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser..."

O que você pode fazer para preservar nossa Mãe?

Atitudes sustentáveis

Aproveite esta época para fazer alguma coisa boa para o planeta mãe Terra, como plantar uma muda, convocar os amigos para ajudar a coletar o lixo da praça ou parque que você frequenta, colocar lixeiras perto dos rios para evitar lixo nos córregos e muito mais pode ser feito. O importante é passar a mensagem da importância de cuidar do nosso planeta, da nossa casa.

domingo, 29 de agosto de 2010

EM 04 de Julho participa do Circuito Tela Verde

Nove turmas da Escola Municipal 04 de Julho prestigiaram os filmes do Circuito Tela Verde na manhã de quinta-feira, dia 26, e na tarde de sexta-feira, dia 27 de agosto.

Os filmes escolhidos foram "Elo das águas", "Sid sementinha", "Visitação ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros", "Caminho das águas", e "Até quando". Após a exibição de cada filme foram realizados debates sobre temas pertinentes à realidade de nosso município e região: o Rio Membeka, as matas ciliares, a falta de água, o problema do lixo, entre outros.

A direção e orientação da escola aproveitou para chamar a atenção dos alunos sobre o ambiente escolar: o lixo, o descuido com as plantas e flores, o excesso de folhas de papel descartadas sem uma correta utilização.


Promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual, o Circuito Tela Verde 2010 selecionou 51 filmes que tratam dos mais diversos assuntos voltados à educação e consciência ambiental.

O Circuito Tela Verde foi exibido no município de Campo Novo do Parecis graças à parceria do Instituto Parecis Cultural e do Teatro Ogan, através do Ponto de Cultura Ninho do Sol.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Escola Estadual Pe. Arlindo abre o Circuito Tela Verde

Alunos da EE Pe. Arlindo no Circuito Tela Verde 2010

Na tarde de hoje, 23 de agosto, alunos do ensino fundamental (5º e 6º ano) da Escola Estadual Pe. Arlindo Ignácio de Oliveira participaram das exibições dos filmes "Elos da Água", "Expedição Rios das Velhas" e "Jovens lideranças ambientais" abrindo as exibições do Circuito Tela Verde.

Os pequeninos do ensino fundamental (1º, 2º e 3º ano) assistiram os filmes "Sid Sementinha", "Elos da Água" e "Até quando?". Curiosos, eles prestaram atenção especialmente na pequena semente que tinha tanta informação a passar.

Após as apresentações dos filmes foram realizados debates com os alunos sobre aspectos do meio ambiente de nosso município e região. Temas como a degradação da nascente do Rio Membeka (um dos sete rios que cruzam nosso município), a destruição das matas ciliares, a destinação correta do lixo, a preservação da água e outros temas foram citados nos debates.


Amanhã será a vez dos alunos da Escola Municipal Professor Antônio Pereira prestigiarem os filmes e debater sobre os mesmos no Circuito Tela Verde 2010 em Campo Novo do Parecis.

domingo, 22 de agosto de 2010

Circuito Tela Verde terá início nesta semana


Circuito Tela Verde 2010 de filmes ambientais quer ampliar participação popular.

O Circuito Tela Verde é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) apoiado pelo Ministério da Cultura (MinC), que tem a finalidade de sensibilizar a sociedade para a questão ambiental.

Participam desta edição 2010 do Circuito Tela Verde 51 filmes dos mais variados tipos, desde documentários produzidos por agentes ambientais até curtas de animação de um minuto. “Há, inclusive, pequenos vídeos gravados por câmera de celular”, informa Ricardo Ferrão, técnico do Departamento de Educação Ambiental do MMA.

Essas produções com temáticas socioambientais estão sendo exibidas em 369 Cines Mais Cultura de todo o país entre os meses de junho e agosto. Também em Salas Verdes, Coletivos Educacionais, centros de cultura e até na rua, com telões improvisados.

“Além de democratizar o acesso da população ao cinema, essa parceria com o MMA mostra que os Cines Mais Cultura atuam como espaços educativos voltados à formação cidadã. A preservação do meio ambiente é também uma questão cultural”, destaca Silvana Meireles, coordenadora executiva do Programa Mais Cultura.

Campo Novo do Parecis recebe o Circuito Tela Verde

Numa parceria do Instituto Parecis Cultural (IPC) e do Ponto de Cultura Ninho do Sol, o Circuito Tela Verde será exibido em inúmeras escolas de nossa cidade na semana de 23 a 27 de agosto de 2010.

Esta é mais uma das ações do Instituto Parecis Cultural e Teatro Ogan voltada à educação ambiental, que levará para a sala de aula as discussões de temas essenciais ao ser humano na sua relação com o meio ambiente.