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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
terça-feira, 2 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Arraiá do Chapadão divulga quadrilhas vencedoras
Aconteceu na noite de ontem (29) o Arraiá do Chapadão, reunindo na Praça de Eventos um grande público para prestigiar a festa junina coletiva e o Concurso "Quadrilhas de São João do Chapadão 2013".
A promoção é do Governo Municipal e a organização é da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura e Turismo, juntamente com as escolas: EM Jardim das Palmeiras, EM Professor Antonio Pereira, EMEI Hestha Beatha, EMEI Jacinto Brólio, EMEI Jordana Araújo e EMEI Karine Maforte.
O Concurso "Quadrilhas de São João do Chapadão" é uma promoção do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC) através do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura, e contou com a participação de seis quadrilhas concorrendo nas três categorias:
- Infantil - até 6 anos;
- Infanto-juvenil - de 7 a 14 nos;
- Adulto - 15 anos acima.
O Corpo de Jurados foi composto por Vanderlei César Guollo, secretário municipal de Cultura e Turismo e presidente do Conselho Municipal de Política Cultural; Tati Mendes, produtora da Cia D'Artes do Brasil; Amauri Tangará, ator e cineasta; Edilaine Rodrigues, secretária executiva do GGI; e Rozelha Barboza, atriz e oficineira de teatro do Ponto de Cultura Ninho do Sol - Teatro Ogan.
Abrindo o Concurso apresentou-se a Quadrilha Luar do Sertão, quadrilha convidada da EMEI Hestha Beatha Kettener Heidemann. Após as apresentações das quadrilhas concorrentes e a avaliação dos jurados, chegou-se ao seguinte resultado:
Categoria Infantil
1º Lugar - Quadrilha Girassóis do Parecis
EMEI Hestha Beatha Kettener Heidemann
diretora: Luiza Cristina Lopes
responsável: Marta Zawaski
2º Lugar - Quadrilha da Alegria
EMEI Karine Alves Maforte
Diretora: Delmira Maria Neta
Responsável: Nilza Gomes Roberto
Categoria Infanto-Juvenil
1º Lugar - Quadrilha do Mexe Mexe
EM Jardim Das Palmeiras
Diretora: Iolanda Souza Gama
Responsável: Cícero Júnior
Grupo: Mexe Mexe
2º Lugar - Quadrilha Os Caipirinhas do Esperança
EM Professor Antônio Pereira
Diretora: Marinês Zaminhan
Responsável: Israel Lopes
Grupo: Saudade da Roça
Categoria Adulto
1º Lugar - Quadrilha Os Pés Rachados
EE Padre Arlindo Ignácio de Oliveira
Diretor: Cezar Augusto Guedes
Responsável: Giancarla
Grupo: Os Caipira do Padre
2º Lugar - Quadrilha Pé Quente
EM Professor Antonio Pereira
Diretora: Marinês Zaminhan
Responsável: Reinaldo Sindiclécio da Silva
Grupo: Alegria Nordestina
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Amanhã tem o Arraiá do Chapadão na Praça de Eventos
O Arraiá do Chapadão é uma festa junina coletiva, com participação de seis escolas de Campo Novo do Parecis: EM Jardim das Palmeiras, EM Professor Antonio Pereira, EMEI Hestha Beatha, EMEI Jacinto Brólio, EMEI Jordana Araújo e EMEI Karine Maforte. A promoção é do Governo Municipal e a organização é da Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura e Turismo, conjuntamente com as escolas.
No Arraiá do Chapadão acontece o Concurso "Quadrilhas de São João do Chapadão", com a participação de várias escolas de nosso município. Serão três categorias do concurso:
- Infantil - até 6 anos;
- Infanto-juvenil - de 7 a 14 nos;
- Adulto - 15 anos acima.
A premiação será de R$ 500,00 e troféu para o 1º lugar; R$ 200,00 e troféu para o 2º lugar; e R$ 100,00 e troféu para o 3º lugar em cada categoria.
O Concurso de Quadrilhas é uma promoção do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC) através do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura.
domingo, 20 de novembro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Seletivas classificam para Festival
A maior festa da cultura popular de Mato Grosso se aproxima e os preparativos aumentam. No mês que antecede o Festival de Cururu e Siriri, grupos de todo o Estado se preparam para as seletivas de onde sairão os classificados para o evento. A primeira seletiva acontece na próxima quinta (4), na praça da Secretaria de Meio Ambiente e Turismo (Sematur), em Cáceres (225 km de Cuiabá).
No polo de Cáceres, a prévia acontecerá com a participação de grupos da própria cidade e também de Barra do Bugres (168 km da Capital), Poconé (102 km) e Livramento (32 km). De acordo com a presidente da Federação Matogrossense de Cururu e Siriri, Terezinha Quilombola, as etapas acontecem em diferentes polos com o intuito de disseminar a cultura popular por todo o Estado. “O objetivo das seletivas é avaliar os grupos e prepará-los para uma bela apresentação”, afirma.
Neste ano, a equipe que compõe a diretoria, juntamente com os grupos filiados à Federação, organiza uma grande festa para comemorar o aniversário do Festival. A festa que reúne em Cuiabá todos os grupos já completa dez anos. Com o tema “Entre Fitas e Chitas”, o festival visa valorizar os mestres, difundir a riqueza e tradição da cultura mato-grossense.
A seletiva em Cáceres conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC/MT) e da Prefeitura do município, por meio da Sematur. Conforme o secretário de Estado de Cultura, João Antônio Cuiabano Malheiros, é de suma importância o apoio a esse Festival, pois “este é uma das maiores e mais belas manifestações da nossa cultura mato-grossense”.
Fonte: http://www.circuitomt.com.br
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Momento de Brincar - Cantigas de Roda: retrato popular
Não há como detectar o momento em que as cantigas de roda são criadas, já que além de terem autoria anônima, são continuamente modificadas, adaptando-se à realidade do grupo de pessoas que as canta. São também criadas novas cantigas naturalmente em qualquer grupo social.
Como podemos confirmar é de acordo com a sua utilização pelas crianças que a cantiga vai se tornando popular. As cantigas hoje conhecidas no Brasil têm origem européia, mais especificamente de Portugal e Espanha. Não é notável, porém, esta origem, pois as mesmas já se adaptaram tanto ao folclore brasileiro que são o retrato do país.
As cantigas de roda são de extrema importância para a cultura de um local. Através dela dá-se a conhecer costumes, cotidiano das pessoas, festas típicas do local, comidas, brincadeiras, paisagem, flora, fauna, crenças, dentre muitas outras coisas. O folclore de determinado local vai sendo construído aos poucos através não só de cantigas de roda, mas também de histórias populares contadas oralmente, cantigas de ninar, lendas, etc.
“O folclore inclui nos objetos e fórmulas uma quarta dimensão sensível ao seu ambiente.” (Câmara Cascudo)
Fonte: Info Escola
Como podemos confirmar é de acordo com a sua utilização pelas crianças que a cantiga vai se tornando popular. As cantigas hoje conhecidas no Brasil têm origem européia, mais especificamente de Portugal e Espanha. Não é notável, porém, esta origem, pois as mesmas já se adaptaram tanto ao folclore brasileiro que são o retrato do país.
As cantigas de roda são de extrema importância para a cultura de um local. Através dela dá-se a conhecer costumes, cotidiano das pessoas, festas típicas do local, comidas, brincadeiras, paisagem, flora, fauna, crenças, dentre muitas outras coisas. O folclore de determinado local vai sendo construído aos poucos através não só de cantigas de roda, mas também de histórias populares contadas oralmente, cantigas de ninar, lendas, etc.
“O folclore inclui nos objetos e fórmulas uma quarta dimensão sensível ao seu ambiente.” (Câmara Cascudo)
Fonte: Info Escola
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Momento de Brincar - Cantigas de Roda: brincadeiras anônimas
Segunda de uma série de postagens sobre as brincadeiras de roda que fazem parte da infância e do folclore brasileiro.
De acordo com Cascudo (1988), autor que se destaca pelo seu brilhante estudo e grande empenho a respeito do assunto, as cantigas de roda tem um caráter constante, “(…) apesar de serem cantadas uma dentro das outras e com as mais curiosas deformações das letras, pela própria inconsciência com que são proferidas pelas bocas infantis.”
Elas são transmitidas oralmente abandonadas em cada geração e reerguidas pela outra “numa sucessão ininterrupta de movimento e de canto quase independente da decisão pessoal ou do arbítrio administrativo.”
Em alguns casos, algum objeto cria vida, ou fala-se de amor que para as crianças é representado principalmente pelo casamento, já que o exemplo mais próximo delas é o dos pais. Há ainda as que retratam alguma história engraçada, divertida para as crianças.
Contudo, não podemos deixar de destacar as cantigas que falam de violência ou de medo. Apesar de esse ser um tema da realidade da criança, em algumas cantigas ele parece ser um estímulo à violência ou ao medo. Atualmente algumas canções vêm sendo alteradas por pessoas mais preocupadas com a influência das músicas na mente infantil.
Fonte: Info Escola
Canção folclórica infantil, com o Grupo Palavra Cantada.
De acordo com Cascudo (1988), autor que se destaca pelo seu brilhante estudo e grande empenho a respeito do assunto, as cantigas de roda tem um caráter constante, “(…) apesar de serem cantadas uma dentro das outras e com as mais curiosas deformações das letras, pela própria inconsciência com que são proferidas pelas bocas infantis.”
Elas são transmitidas oralmente abandonadas em cada geração e reerguidas pela outra “numa sucessão ininterrupta de movimento e de canto quase independente da decisão pessoal ou do arbítrio administrativo.”
Em alguns casos, algum objeto cria vida, ou fala-se de amor que para as crianças é representado principalmente pelo casamento, já que o exemplo mais próximo delas é o dos pais. Há ainda as que retratam alguma história engraçada, divertida para as crianças.
Contudo, não podemos deixar de destacar as cantigas que falam de violência ou de medo. Apesar de esse ser um tema da realidade da criança, em algumas cantigas ele parece ser um estímulo à violência ou ao medo. Atualmente algumas canções vêm sendo alteradas por pessoas mais preocupadas com a influência das músicas na mente infantil.
Fonte: Info Escola
Canção folclórica infantil, com o Grupo Palavra Cantada.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Momento de Brincar - Cantigas de Roda: o que são?
Primeira de uma série de postagens sobre as brincadeiras de roda que fazem parte da infância e do folclore brasileiro.
Cantigas de Roda são um tipo de canção popular, que está diretamente relacionada com a brincadeira de roda. A prática é comum em todo o Brasil e faz parte do folclore brasileiro. Consiste em formar um grupo com várias crianças, dar as mãos e cantar uma música com características próprias, como melodia e ritmo equivalentes à cultura local, letras de fácil compreensão, temas referentes à realidade da criança ou ao seu universo imaginário e geralmente com coreografias.
Elas também podem ser chamadas de cirandas, e têm caráter folclórico. Esta prática, hoje em dia não tão presente na realidade infantil como antigamente devido às tecnologias existentes, é geralmente usada para entretenimento de crianças de todas as idades em locais como colégios, creches, parques, etc.
Há algumas características que elas têm em comum, como por exemplo a letra. Além de ser uma letra simples de memorizar, é recheada de rimas, repetições e trocadilhos, o que faz da música uma brincadeira. Muitas vezes fala da vida dos animais, usando episódios fictícios, que comparam a realidade humana com a realidade daquela espécie, fazendo com que a atenção da criança fique presa à história contada pela música, o que estimula sua imaginação e memória. São os casos das músicas “A barata diz que tem”, “Peixe vivo” e “Sapo Jururu”.
Fonte: Info Escola
Canção folclórica infantil, numa versão com toque de berimbau, do Grupo Palavra Cantada.
Cantigas de Roda são um tipo de canção popular, que está diretamente relacionada com a brincadeira de roda. A prática é comum em todo o Brasil e faz parte do folclore brasileiro. Consiste em formar um grupo com várias crianças, dar as mãos e cantar uma música com características próprias, como melodia e ritmo equivalentes à cultura local, letras de fácil compreensão, temas referentes à realidade da criança ou ao seu universo imaginário e geralmente com coreografias.
Elas também podem ser chamadas de cirandas, e têm caráter folclórico. Esta prática, hoje em dia não tão presente na realidade infantil como antigamente devido às tecnologias existentes, é geralmente usada para entretenimento de crianças de todas as idades em locais como colégios, creches, parques, etc.
Há algumas características que elas têm em comum, como por exemplo a letra. Além de ser uma letra simples de memorizar, é recheada de rimas, repetições e trocadilhos, o que faz da música uma brincadeira. Muitas vezes fala da vida dos animais, usando episódios fictícios, que comparam a realidade humana com a realidade daquela espécie, fazendo com que a atenção da criança fique presa à história contada pela música, o que estimula sua imaginação e memória. São os casos das músicas “A barata diz que tem”, “Peixe vivo” e “Sapo Jururu”.
Fonte: Info Escola
Canção folclórica infantil, numa versão com toque de berimbau, do Grupo Palavra Cantada.
domingo, 3 de julho de 2011
Propostas do Setorial de Cultura Popular e Artesanato
A cada Fórum realizado os artistas, produtores culturais, gestores e comunidade serão convidados a acompanhar as sugestões e acrescentar outras, sugerindo, criticando e colaborando para a estruturação do Plano Municipal de Cultura 2011/2021.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Setorial de Cultura Popular e Artesanato levanta demandas destes setores
Artistas e artesãos no Setorial de Cultura Popular e Artesanato
Aconteceu na noite de ontem, 28 de junho, o Fórum Setorial de Cultura Popular e Artesanato, com uma pequena participação de artesãos e comunidade, sendo que apenas 11 pessoas compareceram para discutir as demandas nestas áreas.
O presidente do Conselho Municipal de Política Cultural Alexandre Rolim, juntamente com as conselheiras Sílvia Scneiders (Audiovisual), Bernardete de Lourdes Guollo (Artesanato) e Ionara Fedrigo (Cultura Italiana) e demais artesãos e artistas levantaram 18 sugestões para constar no Plano Municipal de Cultura 2011/2021.
O Ponto de Cultura Ninho do Sol foi representado nesta área pela oficineira Marilene Ferreira de Almeida, que trabalha com oficinas de artesanato na sede do ponto e na Unidade Prisional. Atende cerca de 60 aprendizes em quatro oficinas: bordado em chinelos, patchwork, arte francesa e pintura em tecido.
Dentre as demandas deste Setorial, na área de "formação" foi elencada a necessidade de mais oficinas de artesanato com técnicas diversificadas, oficinas de artesanato para crianças, criação de uma identidade para o artesanato local (design), funcionamento da Casa do Artesão e reestruturação da Associação de Artesãos.
Na área de "promoção e difusão" foram elencadas a necessidade de apoio às feiras artesanais locais, regionais, estaduais e nacionais. Estruturar um espaço para o artesanato na Expocampo, criar o carnaval de rua, reorganizar o concurso de decoração natalina, promover o Fest Folclore, fortalecer o ciclo junino com concurso de quadrilhas tradicionais dentre outras demandas.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Fórum de Cultura Popular e Artesanato acontece hoje
O Conselho Municipal de Política Cultural convida a comunidade camponovense para o Fórum Setorial de Cultura Popular e Artesanato que acontece hoje, terça-feira, 28 de junho, às 19h no Plenário da Câmara de Vereadores.
Neste Fórum é importantíssima a participação, principalmente de artesãos e entidades voltadas à cultura popular, que envolve blocos de carnaval, festas de santo, ciclo junino, Expocampo, rodeio crioulo, tiro de laço, cavalgada, dentre outras.
Esse é o momento de reinvindicar e discutir ações a serem implementadas nas áreas do artesanato e da cultura popular para os próximos 10 anos.
Participe!
Conselheira Municipal de Política Cultural
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