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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Estudar música na infância melhora a forma como o cérebro processa sons na velhice

Pesquisa descobriu que esse efeito se mantém mesmo se a pessoa passar décadas sem tocar um instrumento.


O fato de ter estudado música na infância tem um efeito benéfico sobre a forma como o cérebro dos idosos processa o som. Segundo um estudo publicado nesta quarta-feira no periódico Journal of Neuroscience, essa relação se mantém mesmo em pessoas que passam décadas sem ter contato com instrumentos musicais novamente. A descoberta sugere que o treinamento musical leva a uma resposta mais rápida do cérebro ao som da fala.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Older Adults Benefit from Music Training Early in Life: Biological Evidence for Long-Term Training-Driven Plasticity
Onde foi divulgada: periódico Journal of Neuroscience
Quem fez: Travis White-Schwoch, Kali Woodruff Carr, Samira Anderson, Dana L. Strait e Nina Kraus
Instituição: Universidade Northwestern, EUA
Dados de amostragem: 44 adultos entre 55 e 76 anos

Resultado: Pessoas que tiveram treinamento musical na infância, mesmo após passar décadas sem tocar um instrumento, apresentam resposta cerebrais mais rápidas ao som da fala.
À medida que as pessoas envelhecem, o cérebro passa por mudanças que prejudicam a audição. Os cérebros de idosos respondem de forma mais lenta a sons que mudam rapidamente, o que prejudica a interpretação da fala. Porém, estudos recentes mostraram que esse efeito não é inevitável. Pesquisas com músicos sugeriram que o treinamento musical contínuo poderia neutralizar esse e outros problemas cognitivos relacionados à idade.

No estudo em questão, os cientistas da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, buscavam descobrir se um treinamento musical mais limitado, ocorrido durante a infância e interrompido por um longo período, também estaria associado a mudanças na resposta cerebral ao som, décadas mais tarde.

Pesquisa – Para isso, 44 adultos com idade entre 55 e 76 anos ouviram o som artificial de uma sílaba (“da”), enquanto os pesquisadores mediam a atividade elétrica no tronco cerebral, região que fica entre a medula espinhal e o cérebro, e processa os sons e informações sensoriais. Com isso eles descobriram que, apesar de nenhum dos participantes ter tocado um instrumento musical em pelo menos 40 anos, os participantes que tiveram entre 4 e 14 anos de treinamento musical no início da vida apresentaram as respostas mais rápidas ao som da fala.

A diferença foi pequena, da ordem de um milissegundo, mas esse curto tempo é significativo para o processamento cerebral. “Ser um milissegundo mais rápido pode não parecer muito, mas o cérebro é muito sensível ao tempo, e um milissegundo em milhões de neurônios pode fazer uma diferença real na vida de idosos”, explica Michael Kilgard, um pesquisador da Universidade do Texas, que trabalha com a forma com a qual o cérebro processa os sons, mas não estava envolvido na produção deste estudo. Segundo ele, essa descoberta pode confirmar que os investimentos que fazemos em nosso cérebro no início da vida continuam a oferecer resultados anos depois.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Campo Grande sedia evento sobre cultura e educação


Nos dias 18 e 19 de setembro, Campo Grande sediará o terceiro encontro do projeto Um Plano Articulado para Cultura e Educação, promovido pelo MinC, que terá ações nas cinco regiões brasileiras para a construção de uma nova política pública entre Cultura e Educação.

Quem pode participar dessa reunião? Professores, estudantes, educadores, lideranças sociais de comunidades, representantes de museus, centros culturais, pontos de cultura, bibliotecas e órgãos do governo da região
Centro-Oeste.

Conheça mais sobre a pesquisa acessando:
http://www.artedeeducar.org.br/promovendo-a-integracao-entre-cultura-e-educacao

A Experiência Artística na Educação

A produção artística é uma experiência de transformação do real (Brito, 2005). Aí reside sua potência revolucionária. Ao dançar, tocar ou produzir imagens estamos alterando a ordem estabelecida, ou seja, criando outra realidade. Por meio da experiência artística, o sujeito modifica sua condição no mundo, pois se transforma e transforma seu entorno simultaneamente. Quando entramos no mundo da arte, vivenciamos uma experiência com o outro que nos estimula, pois passamos a enxergar diferentes pontos de vista e ampliamos o vocabulário, enriquecendo nossas possibilidades. No campo da arte, podemos experimentar o outro não como adversário, mas como agente de instigação enriquecedora.

As experiências estéticas valorizam as possibilidades de influência mútua, de troca, são espaços onde nossos contornos culturais, formas e conceitos estão em constante ebulição, inacabados e inquietos. Para isso, não é preciso ser artista, mas é fundamental possuir uma formação em arte; é preciso usar os métodos artísticos, ou seja, investigar sob princípios distintos do científico, descobrir sempre, inquietar-se, não render-se ao estabelecido.

Um sistema educacional para além da escola buscará contaminar a educação de uma relação viva e dinâmica com o mundo. Buscará pensar em resultados para além dos acadêmicos ou alargar a própria noção de acadêmico. É tarefa das práticas artísticas a incorporação da dimensão subjetiva às práticas pedagógicas, bem como à suas metas e sistemas avaliativos.

A pesquisa-ação é um evento gratuito. Inscrições abertas até 03 de setembro.
Acesse o link para inscrição:
http://www.artedeeducar.org.br/blog/2012/06/08/campo-grandems/

Curta nossa página no Facebook e conheça nossas ações:
https://www.facebook.com/pages/Arte-de-Educar/398741706845426

terça-feira, 29 de maio de 2012

Pesquisa de Informações Culturais dos Municípios de Mato Grosso



Depois da ótima participação dos Gestores Municipais nas ações do Sistema Nacional de Cultura e Plano Estadual de Cultura durante o XXIX Encontro de Prefeitos Mato-grossenses, iniciaremos uma nova etapa com atividades direcionadas a elaboração do Plano Estadual de Cultura.

Como primeira atividade estamos realizando a “Pesquisa de Informações Culturais dos Municípios de Mato Grosso”, com o objetivo de traçar um perfil básico dos Municípios para subsidiar a elaboração do Inventário Cultural do estado, instrumento fundamental na implementação tanto do Plano Estadual como dos Planos municipais.

Esta pesquisa deverá ser preenchida “on line” pelo link:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dE9CZ0JROU5hZzQ4R18yRVZrS2RBblE6MQ

Além da pesquisa estamos encaminhando um material de referência com a “Proposta de Estruturação do Sistema Estadual de Cultura” e a “Proposta de Implementação do Plano Estadual de Cultura”. Ambas são o resultado de compilações feitas a partir dos conteúdos e referências disponibilizados pelo SNC e podem ser utilizadas pelo Município nas atividades de implementação dos seus Planos de Cultura.

Lembramos aos Municípios do estado que não iniciaram o procedimento de adesão ao Sistema Nacional de Cultura ainda podem fazer. Veja o passo a passo para a adesão no link: http://sistemadeculturamt.blogspot.com.br/#!/2012/04/passo-passo-da-adesao-ao-sistema.html ou entre em contato com o Núcleo Executivo do Plano Estadual de Cultura pelo e-mail:pecmt@cultura.mt.gov.br ou pelos telefones: (65) 3613-0222 e 9983-6894.

Núcleo Executivo do Plano Estadual de Cultura
Secretaria de Estado de Cultura
Governo do Estado de Mato Grosso

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