Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Alta Floresta recebe espetáculo “Sua Incelença, Ricardo III”
Na véspera do feriado do Dia do Trabalhador, no dia 30 de abril, Alta Floresta receberá um belo presente. Será apresentado o espetáculo “Sua Incelença, Ricardo III”, do grupo Clowns de Shakespeare da cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Será a primeira vez deste que é um dos principais grupos de teatro do Brasil em Mato Grosso.
O espetáculo é dirigido pelo renomado diretor Gabriel Villela, e teve sua estreia em Natal-RN em novembro de 2010, de lá pra cá o espetáculo participou dos principais festivais nacionais e internacionais do Brasil, além de apresentações em países como Chile, Uruguai, Espanha e Portugal.
A peça é baseada no drama histórico Ricardo III, de William Shakespeare, e ganha a rua através do universo lúdico do picadeiro do circo, dos palhaços mambembes, das carroças ciganas, criando assim um diálogo entre as tramas da Inglaterra Elisabetana e a realidade do Sertão Nordestino. O figurino e as músicas que compõem a peça evidenciam bem essa miscelânea de cultura e época que marcam o espetáculo. Assinado também pelo diretor, o figurino mescla indumentárias nordestinas de couro, cipó e outros materiais típicos da região com sedas e tecidos nobres de diversos países e peças modernas de grifes internacionais.
Musicalmente, o rock inglês permuta com as incelenças fúnebres das carpideiras nordestinas. A peça traz a música de Queen a Luiz Gonzaga, Supertramp ao cancioneiro popular nordestino, numa mistura muito inusitada e harmônica.
Encenada pela primeira vez entre 1592 e 1593, com enorme sucesso, Ricardo III se passa no final da Guerra das Rosas, conflito sucessório pelo trono da Inglaterra ocorrido entre 1455 e 1485. No início do primeiro ato, Eduardo IV, yorkista, é rei; mas seu irmão Ricardo, Duque de Gloucester, planeja usurpar o trono, nem que para isso tenha que provocar intrigas, matar aliados, amigos e parentes e faltar com a própria palavra. No quesito vilão shakespeariano mais bem acabado e mais fascinante, Ricardo rivaliza com Iago, o vingativo personagem de Otelo. Nesta encenação que marca o encontro do grupo potiguar Clowns de Shakespeare com o encenador mineiro Gabriel Villela, a fábula britânica (e universal) ganha a rua e entra em fricção com o universo picadeiresco da cultura popular nordestina, além de referências do rock inglês contemporâneo, fechando o elo entre Nordeste do Brasil e Inglaterra Elisabetana.
A apresentação será na Praça Cívica, com início às 20h, no dia 30 de abril. “Será uma oportunidade única para a população de Alta Floresta conhecer este belíssimo espetáculo e do Grupo Clows, uma das referências para o teatro de grupo brasileiro. Eles vêm com uma grande estrutura nunca vista em nossa cidade em uma apresentação teatral. diz Ronaldo Adriano, ator e diretor do Teatro Experimental de Alta Floresta, grupo que está fazendo a produção local.
Além da apresentação do espetáculo o grupo Clowns irá ministra a oficina de teatro “Clowns de Shakespeare: Prática e Pensamento”, nesta oficina o grupo articula todo o seu legado intelectual e produtivo, explorando não só as questões relativas a sua feitura teatral mas também todo o conhecimento envolvido em seus bastidores como administração, produção, elaboração de projeto e obtenção de recursos. Nesse sentido, a oficina aborda um grupo de teatro como um organismo multifacetado que precisa articular diversas linhas de pensamento simultaneamente e de forma qualificada. A oficina acontecerá no dia 29/04, no Espaço Cultural TEAF (sede do Teatro Experimental de Alta Floresta), no período de 18 às 22h. Podem participar da oficina pessoas acima de 15 anos e para se inscrever os interessados devem procurar por Ronaldo Adriano (9205 1754) para fazer sua inscrição gratuitamente.
O Clowns de Shakespeare está circulando com o espetáculo “Sua Incelença, Ricardo III” por vários Estados brasileiro graças ao apoio do Ministério da Cultura e Petrobras através do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/2014.
Serviço:
O quê: Espetáculo teatral Sua Incelença, Ricardo III
Onde: Praça Cívica de Alta Floresta
Horário: 20h
Dia: 30/04/2014
Gratuito.
O espetáculo é dirigido pelo renomado diretor Gabriel Villela, e teve sua estreia em Natal-RN em novembro de 2010, de lá pra cá o espetáculo participou dos principais festivais nacionais e internacionais do Brasil, além de apresentações em países como Chile, Uruguai, Espanha e Portugal.
A peça é baseada no drama histórico Ricardo III, de William Shakespeare, e ganha a rua através do universo lúdico do picadeiro do circo, dos palhaços mambembes, das carroças ciganas, criando assim um diálogo entre as tramas da Inglaterra Elisabetana e a realidade do Sertão Nordestino. O figurino e as músicas que compõem a peça evidenciam bem essa miscelânea de cultura e época que marcam o espetáculo. Assinado também pelo diretor, o figurino mescla indumentárias nordestinas de couro, cipó e outros materiais típicos da região com sedas e tecidos nobres de diversos países e peças modernas de grifes internacionais.
Musicalmente, o rock inglês permuta com as incelenças fúnebres das carpideiras nordestinas. A peça traz a música de Queen a Luiz Gonzaga, Supertramp ao cancioneiro popular nordestino, numa mistura muito inusitada e harmônica.
Encenada pela primeira vez entre 1592 e 1593, com enorme sucesso, Ricardo III se passa no final da Guerra das Rosas, conflito sucessório pelo trono da Inglaterra ocorrido entre 1455 e 1485. No início do primeiro ato, Eduardo IV, yorkista, é rei; mas seu irmão Ricardo, Duque de Gloucester, planeja usurpar o trono, nem que para isso tenha que provocar intrigas, matar aliados, amigos e parentes e faltar com a própria palavra. No quesito vilão shakespeariano mais bem acabado e mais fascinante, Ricardo rivaliza com Iago, o vingativo personagem de Otelo. Nesta encenação que marca o encontro do grupo potiguar Clowns de Shakespeare com o encenador mineiro Gabriel Villela, a fábula britânica (e universal) ganha a rua e entra em fricção com o universo picadeiresco da cultura popular nordestina, além de referências do rock inglês contemporâneo, fechando o elo entre Nordeste do Brasil e Inglaterra Elisabetana.
A apresentação será na Praça Cívica, com início às 20h, no dia 30 de abril. “Será uma oportunidade única para a população de Alta Floresta conhecer este belíssimo espetáculo e do Grupo Clows, uma das referências para o teatro de grupo brasileiro. Eles vêm com uma grande estrutura nunca vista em nossa cidade em uma apresentação teatral. diz Ronaldo Adriano, ator e diretor do Teatro Experimental de Alta Floresta, grupo que está fazendo a produção local.
Além da apresentação do espetáculo o grupo Clowns irá ministra a oficina de teatro “Clowns de Shakespeare: Prática e Pensamento”, nesta oficina o grupo articula todo o seu legado intelectual e produtivo, explorando não só as questões relativas a sua feitura teatral mas também todo o conhecimento envolvido em seus bastidores como administração, produção, elaboração de projeto e obtenção de recursos. Nesse sentido, a oficina aborda um grupo de teatro como um organismo multifacetado que precisa articular diversas linhas de pensamento simultaneamente e de forma qualificada. A oficina acontecerá no dia 29/04, no Espaço Cultural TEAF (sede do Teatro Experimental de Alta Floresta), no período de 18 às 22h. Podem participar da oficina pessoas acima de 15 anos e para se inscrever os interessados devem procurar por Ronaldo Adriano (9205 1754) para fazer sua inscrição gratuitamente.
O Clowns de Shakespeare está circulando com o espetáculo “Sua Incelença, Ricardo III” por vários Estados brasileiro graças ao apoio do Ministério da Cultura e Petrobras através do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/2014.
Serviço:
O quê: Espetáculo teatral Sua Incelença, Ricardo III
Onde: Praça Cívica de Alta Floresta
Horário: 20h
Dia: 30/04/2014
Gratuito.
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Dia de Limpeza no Rio Verde acontece amanhã
O Clean Up Day é um evento internacional sem fins lucrativos que promove atividades ambientalistas de conscientização e ação a respeito do que podemos fazer para melhorar a qualidade do meio ambiente. Todo ano milhões de pessoas unem suas forças e fazem a diferença limpando a costa aquática, rios e lagos de grandes cidades.
No Brasil, este evento de mobilização voluntaria tem o objetivo de conscientizar as pessoas para o problema do lixo (resíduos) nas praias, rios e lagos. O evento será realizado do dia 17 a 19 de setembro, no Brasil e em vários outros países.
Missão
Limpeza de praias, rios e lagos no Brasil.
Em Campo Novo do Parecis o primeiro evento do ano acontece amanhã, dia 27 de abril de 2014, a partir das 8h, no Balneário Rio Verde.
A ação será promovida por um grupo de amigos mergulhadores autônomos de Campo Novo do Parecis, que farão um mutirão de limpeza subaquática do Balneário Rio Verde.
Patrocínio: Campo Forte.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Especial Bibliotecas 7 - Dar mais livros para mais bibliotecas
Para que a biblioteca cumpra a função de expandir o conhecimento, é preciso diversificar o acervo e torná-la um ambiente de descobertas
Texto: Ana Rita Martins - Nova Escola
Em 2009, o Programa Nacional Biblioteca na Escola, do MEC, distribuiu acervos literários para abastecer as escolas brasileiras, priorizando títulos destinados aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Unidades com até 250 alunos receberam 100 títulos; com 251 a 500 jovens matriculados, 200; e acima de 501 estudantes, 300. Os kits são compostos de livros de poemas, contos, crônicas, teatro, texto de tradição popular, romance, memória, diário, biografia, ensaio, histórias em quadrinhos e obras clássicas.
Ainda faltam, no entanto, obras de referência, paradidáticos e CDs e DVDs, que poderiam enriquecer ainda mais os materiais disponíveis aos alunos e facilitar o uso por professores de todas as disciplinas. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), das 136.781 mil escolas de Ensino Fundamental, apenas 41.646 (30%) contam com biblioteca. É uma realidade longe da ideal, mas outra estatística mostra que ainda há esperança. O Ministério da Cultura promete este ano zerar o déficit de 361 cidades (6,4% do total) que não têm unidades municipais, para diminuir a atual relação de 33 mil brasileiros para cada biblioteca. O acervo desses estabelecimentos é limitado, mas já é um bom começo para interessados em disseminar a cultura da leitura.
Texto: Ana Rita Martins - Nova Escola
Em 2009, o Programa Nacional Biblioteca na Escola, do MEC, distribuiu acervos literários para abastecer as escolas brasileiras, priorizando títulos destinados aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Unidades com até 250 alunos receberam 100 títulos; com 251 a 500 jovens matriculados, 200; e acima de 501 estudantes, 300. Os kits são compostos de livros de poemas, contos, crônicas, teatro, texto de tradição popular, romance, memória, diário, biografia, ensaio, histórias em quadrinhos e obras clássicas.
Ainda faltam, no entanto, obras de referência, paradidáticos e CDs e DVDs, que poderiam enriquecer ainda mais os materiais disponíveis aos alunos e facilitar o uso por professores de todas as disciplinas. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), das 136.781 mil escolas de Ensino Fundamental, apenas 41.646 (30%) contam com biblioteca. É uma realidade longe da ideal, mas outra estatística mostra que ainda há esperança. O Ministério da Cultura promete este ano zerar o déficit de 361 cidades (6,4% do total) que não têm unidades municipais, para diminuir a atual relação de 33 mil brasileiros para cada biblioteca. O acervo desses estabelecimentos é limitado, mas já é um bom começo para interessados em disseminar a cultura da leitura.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Especial Bibliotecas 6 - Ler por prazer em casa, na escola, só ou acompanhado
Para que a biblioteca cumpra a função de expandir o conhecimento, é preciso diversificar o acervo e torná-la um ambiente de descobertas
Texto: Ana Rita Martins - Nova Escola
Tão importante quanto integrar a biblioteca ao estudo dos conteúdos escolares é torná-la um ambiente onde os alunos leiam por prazer. Cisele Ortiz, coordenadora do programa Biblioteca Ativa, do Instituto Avisa Lá, de São Paulo, diz que dar liberdade ao estudante para ler o que quiser é criar um espaço livre de exploração da imaginação e criatividade. Essa leitura prazerosa, no entanto, pode e deve ser estimulada de várias formas.
Na EE Souza Lobo, a professora de Português Sandra Petrillo de Moraes, que dá aula no 4º e no 6º ano, incentiva a leitura com atividades que mostram quanto esse gesto é interessante. "Além da leitura em voz alta, costumo promover rodas de indicação de obras e debates sobre o que cada aluno está lendo. É mais interessante para o grupo que o estudante responda a perguntas coletivas sobre o livro do que pedi-lo para fazer uma ficha de leitura individual. Todos saem ganhando", conta.
Jose Luiz Goldfarb, consultor do projeto Letras de Luz, iniciativa da Fundação Victor Civita (FVC), afirma que é indispensável envolver a família dos alunos nesse processo. "Chamar os pais para frequentar a biblioteca ou montar uma unidade que seja comunitária é uma forma de fazer com que a leitura saia da escola e contamine as pessoas. Precisamos estimular os jovens e formar leitores independentes para a vida."
Texto: Ana Rita Martins - Nova Escola
Tão importante quanto integrar a biblioteca ao estudo dos conteúdos escolares é torná-la um ambiente onde os alunos leiam por prazer. Cisele Ortiz, coordenadora do programa Biblioteca Ativa, do Instituto Avisa Lá, de São Paulo, diz que dar liberdade ao estudante para ler o que quiser é criar um espaço livre de exploração da imaginação e criatividade. Essa leitura prazerosa, no entanto, pode e deve ser estimulada de várias formas.
Na EE Souza Lobo, a professora de Português Sandra Petrillo de Moraes, que dá aula no 4º e no 6º ano, incentiva a leitura com atividades que mostram quanto esse gesto é interessante. "Além da leitura em voz alta, costumo promover rodas de indicação de obras e debates sobre o que cada aluno está lendo. É mais interessante para o grupo que o estudante responda a perguntas coletivas sobre o livro do que pedi-lo para fazer uma ficha de leitura individual. Todos saem ganhando", conta.
Jose Luiz Goldfarb, consultor do projeto Letras de Luz, iniciativa da Fundação Victor Civita (FVC), afirma que é indispensável envolver a família dos alunos nesse processo. "Chamar os pais para frequentar a biblioteca ou montar uma unidade que seja comunitária é uma forma de fazer com que a leitura saia da escola e contamine as pessoas. Precisamos estimular os jovens e formar leitores independentes para a vida."
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