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sábado, 24 de março de 2012

Flor de Menina prepara o espetáculo "A Caminho da Eternidade"

Prólogo

Agora que está tudo em silêncio
E que a calma me beija o coração
Quero dizer adeus
Porque chegou a hora de seguir meu caminho.

A alma retorna às estrelas
Lá do meu céu me envolverei na noite
me embalarei nos meus sonhos
E espantarei todos os meus medos.

Lá do meu céu...
Pois estou à caminho da eternidade!


Prólogo, em seu real significado, é a primeira parte de uma tragédia, mas pode ser também a primeira personagem a entrar em cena para fazer a introdução de um espetáculo.


Prólogo é o primeiro ato do espetáculo "A Caminho da Eternidade" que será apresentado pela Cia de Arte Flor de Menina em forma de balé clássico, juntando todos os sete céu numa só apresentação.

terça-feira, 13 de março de 2012

Terceiro Céu e a Bíblia

"Conheço um homem em unção com Cristo, o qual, há catorze anos (quer no corpo, não sei, quer fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado como tal até o Terceiro Céu." (2 Coríntios, Capítulo 12, Versículo 2)

 

Em 2 Coríntios 12:2-4, o apóstolo Paulo de Tarso descreve alguém que “foi arrebatado . . . até o Terceiro Céu” e “para o paraíso”. Visto que nas Escrituras não se faz nenhuma menção de qualquer outra pessoa ter tido tal experiência, parece provável que fosse a experiência do próprio apóstolo Paulo.

Embora alguns se esforçassem a relacionar a referência de Paulo ao “Terceiro Céu” com o primitivo conceito rabínico, de que havia vários estágios de céu, até o total de “Sete Céus”, tal conceito não encontra apoio nas Escrituras.

Quando examinamos o contexto, torna-se evidente que o apóstolo não se referiu aos céus dentro da camada atmosférica da terra ou ao espaço sideral. O apóstolo escreveu: “Passarei para visões sobrenaturais e revelações da parte do Senhor. Conheço um homem em unção com Cristo, o qual, há quatorze anos — quer no corpo, não sei, quer fora do corpo, não sei; Deus o sabe — foi arrebatado como tal até o Terceiro Céu . . . e foi arrebatado para o paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não são lícitas ao homem falar.” — 2 Cor. 12:1-4.

Por isso, parece que a referência ao “Terceiro Céu” se relaciona com os céus espirituais e indica o grau superlativo de arrebatamento no qual se viu esta visão. Neste respeito, pode-se notar o modo como as palavras e as expressões são repetidas três vezes em Isaías 6:3, Ezequiel 21:27, João 21:15-17 e Revelação 4:8, evidentemente com o objetivo de expressar uma intensificação da qualidade ou da ideia.

Por Tompson Rogério Vieira