terça-feira, 2 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Passarinho me contou..." nas Ruinas de São Francisco

AS RUÍNAS DE SÃO FRANCISCO


As Ruínas de São Francisco, na Praça João Cândido, são os remanescentes de uma construção inacabada, iniciada pelos portugueses, que viria a ser a Igreja de São Francisco de Paula.

Em 1811, a capela-mor e a sacristia ficaram prontas, contudo, em 1860, as pedras que finalizariam as obras da igreja teriam sido usadas para erguer a torre da antiga Matriz.

Existem relatos, não confirmados, de que foram construídos túneis ligando as ruínas a outros pontos da cidade. Posteriormente, uma cerca metálica, envolvendo as ruínas, foi instalada para proteger o patrimônio.

AS ARCADAS DE SÃO FRANCISCO


As Arcadas são uma passarela coberta, em forma de arcos, que abriga pontos comercias e culturais, principalmente galerias de arte e antiquários. Compõe um conjunto do patrimônio histórico do local, que faria parte da igreja inacabada de São Francisco.

Em cima, está uma platéia para um palco ao ar livre, onde são realizados eventos e apresentações. As Arcadas conectam as ruas Jaime Reis e Doutor Keller, no bairro de São Francisco.

O BELVEDERE

O Belvedere, da Praça João Cândido, foi construído em 1915, em estilo art-nouveau. Em 1922, abrigou a primeira emissora de rádio do Paraná, a PRB-2. Em 1931, tornou-se observatório astronômico e meteorológico e, a partir de 1962, passou a ser sede da União Cívica Feminina.


Belvédère é um termo da língua francesa para designar um tipo de mirante construído em terraços situados em locais altos.

Teatro Ogan estréia no Fringe 2013


Praça Rui Barbosa, maior terminal de ônibus de Curitiba

Participando pela segunda vez do Fringe, mostra paralela que faz parte do Festival de Teatro de Curitiba, o Teatro Ogan apresentou o espetáculo de contação de histórias "Passarinho me contou...", de Van César, com inúmeras histórias do imaginário popular.

A apresentação de estréia no Fringe 2013 foi na Praça Rui Barbosa, ontem (31/03), às 11h, com um público participativo que se envolveu na contação de histórias. Destaque vai para uma senhora idosa, que aos prantos, agradeceu ao grupo pela apresentação e nos presenteou com um pouco de sua história: "eu me emocionei muito porque quando criança minha mãe contava muitas histórias... é a lembrança mais bonita que guardo dela", enfatizou.

 
O macaco e a velha, um dos contos de "Passarinho me contou..."

A contação de histórias contou ainda com a bela presença de Dalva Koschkoday, diretora Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Campo Novo do Parecis, e seu marido, em viagem por Curitiba. E foi prestigiada pela Cia Revelação de Teatro, também participante desta 22º edição do festival.

PRAÇA RUI BARBOSA

A Praça Rui Barbosa, atualmente a mais frequentada pelos curitibanos que utilizam o transporte coletivo e os serviços da Rua da Cidadania Matriz, surgiu no final do século XIX como um local deserto, utilizado pelos moradores da vila curitibana como um lugar para caça. Durante todos os seus anos de existência, passou por inúmeras reformulações, principalmente após o redesenho da urbe curitibana, creditado ao Plano Agache, elaborado na década de 1940.

Uma de suas maiores mudanças ocorreu durante a década de 1970, quando a praça passou a abrigar um terminal de ônibus expresso. Também nessa época, o local passou por grandes mudanças físicas e sociais, já que, ao se transformar no maior terminal de transporte da cidade e permitir o comércio de ambulantes, tornou-se um dos espaços mais democráticos de Curitiba.

Os comerciantes e ambulantes, entretanto, causaram alguns problemas para a praça e, para resolver questões como a limpeza, segurança e vandalismo, a prefeitura deu início, em 1994, à construção da Rua da Cidadania Matriz na Rui Barbosa, uma nova transformação urbanística, buscando uma nova função para o espaço. Com as mudanças pensadas para a praça, os ambulantes e artesãos foram transferidos para o Mercado Popular, localizado no interior da Rua da Cidadania.

Atualmente, a Matriz, além dos quiosques dos artesãos e comerciantes, conta com o serviços da URBS, Polícia Militar, Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), casas lotéricas, lojas diversas e um restaurante popular que funciona durante o almoço pelo preço de R$ 1,00.




Para refletir!


A bondade em palavras cria confiança; a bondade em pensamento cria profundidade; a bondade em dádiva cria amor.

Lao-Tsé

domingo, 31 de março de 2013

Para refletir!


O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem..

Guimarães Rosa

sábado, 30 de março de 2013

"Passarinho me contou..." estréia em Curitiba

 
Cartaz divulgação do espetáculo "Passarinho me contou..."
 
Logo mais (31/03), às 11h, na Praça Rui Barbosa, a trupe do Teatro Ogan estará estreando "Passarinho me contou..." no 22º Festival de Teatro de Curitiba, representando Campo Novo do Parecis e o Mato Grosso nesse grande festival.
 
O espetáculo narra a viagem de um velhinho em busca de histórias para contar. Ao conquistar o baú das histórias, ele abre o mesmo e todas as histórias se transformam em pássaros encantados que voam para todos os lugares do mundo...
 
Contando e recontando, estes pássaros pousam na cabeça e no coração de contadores de terras distantes. Assim, estes "pássaros encantados" mantém viva a tradição através da contação de histórias.
 
Histórias contadas:
  • "O Baú das Histórias", de Gail E. Halley;
  • "A menina e o pássaro encantado", de Rubem Alves;
  • "O macaco e a velha", de Ricardo Azevedo; e
  • "O Estalajadeiro e a Morte", de Ernani Ssó.
 
Prestigie!

Educação - Para refletir!


sexta-feira, 29 de março de 2013

Teatro Ogan faz reconhecimento de palco

A trupe do Teatro Ogan já se encontra em Curitiba, capital do teatro no Brasil e na América Latina.

Ruinas de São Francisco, local cheio de histórias...

Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba

A participação no 22º Festival de Teatro de Curitiba, com o espetáculo "Passarinho me contou..." do Teatro Ogan e "Parangolé - A História", da Cia Revelação de Teatro, ambos de Campo Novo do Parecis, visam buscar novas experiências na área e enriquecer o fazer teatral no município.

No dia de ontem (28.03) a trupe do Teatro Ogan conheceu os espaços onde a mesma irá se apresentar: Praça Rui Barbosa e Ruinas de São Francisco, além de conhecer outros espaços culturais e sua forma de gestão.

No início da noite, a trupe prestigiou a apresentação do espetáculo "Decameron", da Cia Filhos da Imundície, de Campinas - SP, apresentado no bebedouro do Largo da Ordem. Ainda, a comédia dramática "Pterodátilos", do Grupo Caixa Preta de Teatro, de Registro-SP, apresentada no Museu Oscar Niemeyer.






















Legendas:

  • Secretaria de Cultura do Paraná - Praça do "Cavalo Babão";
  • Igreja do Rosário - Memorial de Curitiba;
  • Paço da Liberdade - Vista frontal do Paço da Liberdade;
  • Feira das Nações - Show "Curitiba 320 anos";
  • Cia Filhos da Imundície - Peça "Decameron"

22º Festival de Curitiba - Fringe 2013

TUDO O QUE VOCÊ SENTE

O Fringe chega à sua 16ª edição com 374 espetáculos dos mais diferentes gêneros e de 20 estados brasileiros e Distrito Federal. Neste ano, o evento ocupará 64 espaços de apresentação de Curitiba. Entre as mostras especiais dessa edição está a "Mostra Baina", com curadoria de Wagner Moura e realização da Funceb, “Teatro para ver de Perto”, que tem a curadoria do Cine Horto Galpão, braço da companhia mineira. Além disso, o Fringe apresenta a terceira edição do projeto "Mostra Seu Nariz", da Cia dos Palhaços, além da realização do "Coletivo de Pequenos Conteúdos" e "Mostra Novos Repertórios".

Datas: 26 de março a 07 de abril
Local: Consulte a programação
Ingressos: Consulte

Teatro Ogan no Fringe 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Campo Novo em Curitiba


E viva o teatro mato-grossense! Quatro grupos de Mato Grosso se apresentam nesta e na próxima semana no Fringe, uma mostra que ocorre paralela ao Festival de Teatro de Curitiba. Dois deles são de Campo Novo do Parecis – o Teatro Ogan e a Cia Revelação de Teatro. O Ogan já é veterano no Fringe, o grupo participou da edição de 2011 do Festival, mas o Revelação vai pela primeira vez ao maior evento de teatro do país.

O Festival chega em 2013 à sua 22ª edição consolidado como um dos grandes eventos do calendário cultural brasileiro e um dos mais importantes acontecimentos teatrais do mundo. Desde o dia 26 de março e, até o dia 07 de abril, a capital paranaense se transformará
num vibrante palco espalhado por todos os cantos da cidade: teatros, praças, auditórios, parques, ruas, calçadões, etc.

A Cia Revelação apresentará o espetáculo “Parangolé: A História” no domingo, 31 de março, às 19h, e nos dias 01, às 11h, e 02 de abril, às 15h, no AMORC - Auditório H. Spencer Lewis. O espetáculo, cheio de cores, os gestos, expressão corporal e a estética, leva o público a reviver brincadeiras da infância.

Já o Teatro Ogan irá participar com um espetáculo de contação de histórias “Passarinho me contou”... nos dias 31 de março, às 11h
e 01 de abril, às 15h, na Praça Rui Barbosa e no dia 02 de abril, às 11h, nas Ruínas de São Francisco. Além deles, Mato Grosso
será representado pela Cia VostraZ de Teatro e Teatro de Brinquedo, ambos da região metropolitana de Cuiabá.



Evolução - Teatro de Campo Novo do Parecis vive um novo tempo

Assistir a um dos espetáculos de Campo Novo do Parecis que estarão no Fringe em Curitiba é reviver a essência da arte de representar,
reviver a infância, os sonhos, as brincadeiras, as rodas de contação de histórias e as historinhas de ninar. A leveza dos gestos dos contadores de histórias do Teatro Ogan, a força da expressão, os malabaristas e os pirófagos da Cia Revelação
mostram que o teatro na cidade evoluiu muito nos últimos anos.

Os dois espetáculos, dirigidos por Fran Almeida e Van Cesar, são recheados de danças, de números circences, de cantigas de roda e de
magia. Ambas as peças estão sendo ensaiadas há pelo menos dois anos e já apresentaram em várias cidades de Mato Grosso, inclusive em
Tangará da Serra.

A Cia Revelação reuniu na semana passada em Campo Novo mais de 300 pessoas – público difícil de se imaginar em apresentações
de grupos de cidades do interior. Entretanto, a companhia, bem como o Teatro Ogan, quase chegam a ser perfeitos... tai o por
quê de tanto sucesso.

Por Alexandre Rolim - Diário da Serra