terça-feira, 3 de maio de 2011

TEAF participa de II Seminário Nacional de Pesquisa em Teatro

Integrante do Teatro Experimental de Alta Floresta, Anderson Flores, participará nesta semana do II Seminário Nacional de Pesquisa em Teatro.


A Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) realizam mais uma vez na cidade de Uberlândia/MG o III Festival Latino Americano de Teatro Ruínas Circulares e o II Seminário Nacional de Pesquisa em Teatro.

Neste ano, Anderson Flores, do Teatro Experimental de Alta Floresta, teve o trabalho “Revelações Estéticas: espaço, gente e teatro” aceito para uma comunicação oral durante a programação. A apresentação acontecerá no dia 05 de maio entre às 14h e 17h na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). É a primeira vez que o TEAF apresenta um trabalho de pesquisa num evento do gênero. A comunicação está inscrita na mesa Dramaturgia e Memória.

O trabalho de pesquisa foi realizado pelo TEAF e coordenado por Anderson Flores. O objetivo de descobrir uma metodologia do trabalho em teatro, sobretudo os que estão à margem da grande produção comercial.


“Participar desse Seminário é algo muito importante, pois é o reconhecimento de nossas atividades de pesquisa, estabelecimento de diálogo com outras instituições e a renovação dos nossos trabalhos por meio do debate”, comenta Flores.

Um dos problemas detectados durante o trabalho foi a indefinição da idéia de grupo e o desconhecimento entre seus integrantes. Além disso, descobriu-se também que a estética não se constitui apenas do produto final, o espetáculo de teatro, mas de todo o seu processo de produção, como o grupo faz a gestão de pessoas, dos recursos financeiros e do processo de pesquisa. Nesta perspectiva, a estética é o resultado de todo esse processo em movimento, somada de forma consciente o posicionamento político e ideológico do grupo.

Dentro do TEAF, para suprir as necessidades de aprimorar a produção estética, foi definido como instrumento de trabalho o Planejamento Estratégico Situacional adaptado às condições de grupo de teatro. O planejamento do grupo passou a ser uma atividade coletiva, que foi além de discutir dados e produtos. Passou a incorporar atividades de autoconhecimento, em que cada integrante apresentava sua origem, sua idéia de grupo e os rumos que deveriam ser tomados.

Este instrumento foi utilizado para que o grupo, conjunto de todos os seus integrantes, participassem de forma ativa nos rumos da instituição. O local em que está o grupo também é relevante, no caso do TEAF a Amazônia Legal. A metodologia de trabalho foi posta em curso no âmbito do TEAF.

Por Assessoria TEAF

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